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domingo, 17 de agosto de 2014

CORDEL BAIANO NO PARQUE DE PITUAÇU


 
A caravana da Biblioteca Móvel, projeto da Biblioteca de Extensão da Fundação Pedro Calmon, esteve neste domingo no Parque de Pituaçu. Dando prosseguimento ao AGOSTO DA CULTURA POPULAR o poeta Jotacê Freitas realizou mais uma oficina de cordel com as crianças e o apoio luxuoso de Aline, Synara, Henrique e Gleide.
Abrindo espaço para crianças de todas as idades, a oficina é orientada de forma lúdica com leitura de folhetos e jogos de memória com rimas e estrofes. Aos poucos os participantes são envolvidos na história desta arte popular universal e tão brasileira.
                                     
O tema da oficina é o folclore brasileiro, o mais rico do mundo, conforme o título do mine folheto distribuído aos brincantes que leem, cantam e torcem uns pelos outros ao som de versos sobre o Saci, Curupira, Samba de Roda, Loura do Banheiro, Cuca e outros. Acima o poeta ao lado da diretora Gleide Machado com o buzu biblioteca ao fundo. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

PROJETO DOMINGO NA PRAÇA

Mais uma vez o Projeto Domingo na Praça, da Biblioteca de Extensão da FPC, estará com sua unidade móvel realizando atividades literárias e ateliê de escrita: construindo Cordel com o cordelista Jotacê Freitas com o tema da figura do Caboclo e Cabocla, símbolos do 2 de Julho.

A estreia foi neste domingo dia 7/7, no Largo da Lapinha na Liberdade. Em seguida, Dique do Tororó, 14/7; Parque de Pituaçu, 21/7; e, Boca do Rio, 28/7. As atividades tem início às 8 horas e seguem até às 12 horas. Compareçam pra ler um livro, um jornal, uma revista e ouvir e aprender a escrever cordel.

domingo, 21 de outubro de 2012

CORDEL BAIANO NA FLICA 2012

O Cordel Baiano marcou presença paralela à grande Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica, no ano de 2012. O poeta e Folheteiro Jurisvaldo Alves, o poeta e xilogravurista Luiz Natividade e o poeta Jotacê Freitas instalaram-se na Praça da Aclamação em frente ao canhão histórico da Independência da Bahia e do ônibus da Biblioteca Móvel. Jotacê recitou versos para a plateia que se aconchegava a cada momento; Luiz Natividade produziu xilos na hora e ainda ensinava às crianças e adultos que se interessavam; e, Jurisvaldo, com sua mala de folhetos, contava a história do cordel desde o seu surgimento até os tempos atuais.
 
A Praça da Aclamação foi um espaço mal utilizado, ocupado desordenadamente por artesãos e camelôs diversos na saída do Conjunto do Carmo, local da realização do evento. A Praça poderia ser o local para que escritores e editoras independentes pudessem expor seus livros servindo de alternativa aos visitantes que não conseguiram vaga para assistir aos debates e, também após as mesas, terem a oportunidade de conhecer a produção literária baiana contemporânea e independente.
Outra possibilidade seria a parceria com a Biblioteca Móvel para fazer a ‘FLIQUINHA’ com a presença de contadores de história e teatro infantil, pois a Praça ficou lotada de crianças durante o evento e algumas instituições locais souberem aproveitar improvisando rodas de leitura para os pequenos leitores do futuro.
Este ano a Flica contou com patrocínio da COELBA, através do Fazcultura – Secult - Governo da Bahia e PETROBRAS, através do Governo Federal. Teve apoio do FIEB/SESI, FPC, Bahiatursa, Secretaria do Turismo e Secult – Governo da Bahia e UFRB. A Livraria LDM foi eleita a livraria oficial, de forma merecida, mas ocupou um espaço reduzido para o acervo que possui, gerando desconforto aos interessados que circularam no pequeno e estreito labirinto de estantes. A Putzgrillo e a Icontent foram as empresas realizadoras do projeto e criaram na mídia a imagem de um grande evento que ficou restrito apenas à lista de convidados nacionais e internacionais de peso. As mesas temáticas foram ótimas, apesar dos contratempos de terem que ser rearranjadas de última hora, e o pequeno espaço para a plateia. O telão usado ano passado fez falta, mas nos bastidores ventilou-se que a verba foi reduzida. As atrações musicais deste ano foram mais condizentes com o objetivo da Festa que é literária e não dançante. Afinal de contas ao povão deve ser servido o biscoito fino da nossa cultura. Mateus Aleleuia, Cláudia Cunha e Roberto Mendes foram fantásticos em suas apresentações.
Com certeza este é um evento que precisa ser mantido em nosso calendário cultural, a Bahia precisa voltar a ser reconhecida do pescoço para cima e não apenas da cintura para baixo. Cachoeira é uma cidade encantadora e ficaria melhor ainda se os bares não ocupassem as ruas para que pudéssemos passear tranquilamente fotografando e fruindo seu acervo arquitetônico e natural. O Pouso da Palavra deveria estar inserido na programação com divulgação do acervo e eventos, como o lançamento do Dicionário de Baianês, que foi cooptado de última hora para a Flica e o espetáculo Contarina com a multi-artista Josin. A fiscalização da poluição sonora também poderia ser mais atuante com os proprietários de carros com som, impedindo que a trilha sonora fosse à base de pagodão, arrochão e afins.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

CORDEL DA PRIMAVERA

"RECITAL POÉTICO HOMENAGEIA ESTAÇÃO DAS FLORES

Neste domingo, 02 de setembro, o carro da Biblioteca-Móvel funcionará das 08 às 12h, no Dique do Tororó. O cordelista, Jotacê Freitas, fará recital poético, com rimas e construção de cordel homenageando a chegada da primavera e a beleza das flores."


Fonte: FPC

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CORDEL BAIANO NO DIA DA CULTURA

Com o patrocínio da Fundação Pedro Calmon, através da Biblioteca Móvel, sob a direção de Gleide Machado, o Dia da Cultura foi comemorado também no bairro da Liberdade com Oficinas de Cordel ministrada pelo poeta Jotacê Freitas.
Pela manhã a oficina ocorreu na Escola Municipal Carlos Novarese para turmas do 7º, 8º e 9º anos, no laboratório de informática, onde foram utilizados diversos equipamentos para dinamizar as atividades. A Diretora Daniela e a Vice Patrícia deram total apoio ao evento.
No turno vespertino foi a vez da Escola Municipal Pirajá da Silva e a oficina foi ministrada para uma turma do 8º ano que participou com bastante animação. Estiveram presentes a Coordenadora Pedagógica Almerinda, a Professora de Literatura Tarley Carine e apoio total da Diretora Daniela.
O poeta apresentou nas duas escolas uma visão panorâmica da história da Literatura de Cordel, fez recital de cordéis, mostrou músicas(Cordel do Fogo Encantado, Zeca Baleiro,Zecrinha, Antonio Vieira e Elba Ramalho), repentes(Bule-Bule e Antonio queiroz, Paraíba e Leandro Tranquilino) e e apresentou em telão as técnicas básicas para a produção dessa tradicional poesia narrativa que tanto representa a Cultura Brasileira.
Encerrando as atividades, foram distribuídos exemplares do folheto “QUEM BULLYR COM O COLEGA PODE IR PRO INTERNATO”, que trata de forma bem humorada as humilhações e agressões praticadas por estudantes apoiando a campanha do Ministério Público “Bullyng não é brincadeira”, estimulando a denúncia como forma de acabar com a impunidade.
O Dia Nacional da Cultura Brasileira foi instituído para celebrar o nascimento de um dos mais importantes personagens da História do Brasil - Rui Barbosa, intelectual, jurista, político e jornalista, que nasceu em 5 de novembro de 1849.