O poeta e professor, Elton Magalhães, retomou o seu projeto Leituras de Cordel ao Vivo no FACEBOOK. Dia 30/6, última sexta-feira, ele apresentou o folheto: PARA MUDAR O BRASIL TEMOS QUE MUDAR O POVO! de Jotacê Freitas. Os interessados em apreciar a leitura clique na imagem ou visite o Facebook de Elton Magalhães.
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segunda-feira, 3 de julho de 2017
sábado, 27 de maio de 2017
OTORIDADE BAIANA METE BRONCA EM PFEM
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domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 4 de março de 2017
CORDEL BAIANO A GRANEL
Acatando a sugestão de leitores, lançamos no comércio
virtual a caixa CORDEL A GRANEL – Antology Box. Assim mesmo, com subtítulo em
inglês, pra decepção de Ariano, provocação aos puristas e alegria dos
internautas. É uma antologia com 10 folhetos contendo narrativas medidas e
rimadas, escritos na primeira década do século XXI, relembrando um Brasil
displicente e irônico com suas mazelas e seu povo. Adepto da verve cuicana,
Jotacê Freitas discorre sobre temas diversos, sempre ligados à atualidade.
Para quem gosta de rir e pensar! Tem como bônus o folheto A HISTÓRIA DO CORDEL
SEM MAIORES PORMENORES!
O quê?
CORDEL A GRANEL – ANTOLOGY BOX
Quanto?
R$ 25,00
Como?
TEF – BRADESCO AG 2425 – CC 40953-7
Onde?
Prazo?
3 a 7 dias.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
CORDEL BAIANO NA FLICA 2016
Os poetas Zé Walter Pires, de Brumado; Elton Magalhães, de Castro Alves; Josemário Fernandes, de Ibotirama; e Jotacê Freitas, de Senhor do Bonfim, serão os representantes do cordel baiano no Mapa da Palavra da Fundação Cultural do Estado da Bahia que acontecerá dias 14 e 15 no prédio do IPHAN. Clique na imagem para ver detalhes.
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Zé Walter
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Diante de uma crise política e moral em nosso país, em que
os cidadãos são desrespeitados, os trabalhadores descartados, os aposentados massacrados e as
crianças abusadas, o professor e poeta, Jotacê Freitas, escreveu este cordel
desabafo. Torcendo para não ser mal interpretado e interpelado como fascista,
direitista, individualista, o poeta espera que haja sinceridade nos homens
públicos para a solução dos nossos velhos e conhecidos problemas. Clique na
imagem para ler o texto.
terça-feira, 24 de maio de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
CORDEL BAIANO NA XV SEMANA DE LETRAS DA UCSAL
O poeta, Jotacê Freitas, participará da Mesa Redonda - A Literatura Baiana hoje, dia 19, a partir das 19 horas, falando da sua experiência e suas publicações em Literatura de Cordel. Elton Magalhães, poeta e professor, será o Coordenador da mesa que conta ainda com os escritores Karina Rabinovitz, Daniela Galdino e João Filho.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
PATRIMÔNIO IMATERIAL DA CULTURA BRASILEIRA
A ABLC – Academia
Brasileira de Literatura de Cordel e a ACRESPO – Associação dos Cantadores
Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno solicitaram ao IPHAN –
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o registro do Cordel e
do Repente, respectivamente, como Patrimônio Cultural do Brasil. A Câmara
Técnica do Conselho Consultivo analisou as propostas e as considerou
pertinentes dando início à construção da pesquisa e documentação sobre o tema.
Na Bahia, a
professora e pesquisadora Andrea Betânia, da UNEB, é a responsável por esse
processo e está realizando uma série de entrevistas com poetas e cantadores na
capital e no interior pois acredita que é de extrema relevância a nossa
participação que, melhor do que ninguém, conhecemos e praticamos essas
manifestações culturais de extraordinária importância para a cultura e também a
educação brasileira.
Torcemos
para o sucesso da empreitada e que o registro como Patrimônio Imaterial sirva
para fomentar a produção e a divulgação do cordel e do repente.
![]() |
| Andrea Betânia e Jotacê Freitas após a entrevista. |
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
BIBLIOTECA INFANTIL HOMENAGEIA CORDEL BAIANO!
A Biblioteca Infantil Monteiro Lobato realizou o 3º Encontro
de Cordelistas no último domingo, 29/12, em sua sede em Nazaré. A dirigente,
Rosane Rubim, iniciou os trabalhos convidando os poetas presentes para uma roda
de conversa na presença de uma platéia formada por crianças, jovens e adultos.
Anunciou a homenagem ao cordel por sua importância cultural e a ligação dos
poetas com a instituição. A Monteiro Lobato foi a primeira biblioteca pública a
montar uma cordelteca em Salvador e a inaugurou durante o 2º Encontro de
Cordelistas em 2011.
Franklin Maxado Nordestino, poeta e artista plástico, não
necessitou de apresentações. Falou da sua alegria por estar entre jovens
leitores e autores e ao lado de amigos de luta na manutenção da resistência do
cordel baiano. A trajetória de Franklin perpassa a história da Literatura de
Cordel no Brasil, de Feira de Santana ao eixo Rio-São Paulo, feiras livres e
livrescas, em todo o Norte e Nordeste, América Latina e Europa; com a
experiência de ter publicações lançadas na França, Japão e Portugal, Maxado é
um ícone para as novas gerações. Para o encontro ele levou seu repertório atual
com cerca de 50 títulos de uma obra com mais de cinco centenas de folhetos,
livros e xilogravuras.
![]() |
| CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA BARRETO E RAISA CANTANDO O CORDEL EM PARIS. |
Em seguida, Elton Magalhães, também professor de literatura,
exaltou a importância da leitura, da biblioteca e do cordel para a sua vida.
Natural de Castro Alves, nascido no mesmo dia em que nasceu Leandro Gomes de
Barros, Elton é um poeta urbano, do asfalto, que qualifica o cordel baiano no
mesmo patamar da produção nacional.
Antonio Barreto é um grande incentivador destes encontros e
participa de projetos junto à biblioteca. Declamou cordel, interagiu com as
crianças e, como bom professor, deu uma aula estimulando a leitura e a produção
literária. Expôs, junto a outros folhetos, o pitoresco APELIDOS Y APELIDOS DO POVO DE SANTA BÁRBARA e o francês L'ARRIVÉE DE PAUL ZUMTHOR AU ROYAUME DE L'INFINI uma tradução para o francês do cordel A CHEGADA DE PAUL ZUMTHOR NO REINO DO INFINITO, realizada pela franco-brasileira Raisa França Bastos.
Neste cordel, Barreto, assume uma mediunidade literária e com ajuda de um
anjo-guardião, discorre sobre a
experiência criativa, vida e obra de Paul Zumthor, homenageado pela Universidade Nanterre - Paris 10 no seu Centenário. Finaliza agradecendo e elogiando os pesquisadores zumthorianos.
Zuzu Oliveira, matrona do cordel, fez sua carreira em feiras
e festivais de repentistas. É vice-presidente da Ordem dos Poetas de Literatura
de Cordel da Bahia e lamentou a falta de mais encontros assim, para falarmos
sobre cordel, nossas experiências e produções. Fez um convite para que ingressássemos
na Ordem, nos organizássemos e divulgássemos unidos em feiras e eventos
autônomos e afins.
A pesquisadora, Andrea Betânia, nos lembrou do projeto de lei
proposto pelo IPHAN para o tombamento do cordel e do repente como Patrimônio Imaterial
da Humanidade. Louvou a iniciativa da biblioteca e declarou sentir-se em casa
quando está entre cordelistas, pois além de ser seu objeto de pesquisa,
conseguiu criar laços de amizade com os poetas.
João Augusto chegou com a mala cheia de novidades: um novo
livro sobre Anísio Teixeira, selecionado entre os 10 melhores de 2015 pelo
Prêmio Jabuti; uma proposta de licença para o comércio de cordel em todas as
feiras do estado através da UPB; e reafirmou sua tendência a caçar e escrever
sobre lobisomens, ou melhor, lubizone, conforme registra nos cordéis O LOBISOMEM FILMADO EM SÃO GONÇALO DOS CAMPOS e O LUBIZONE QUE APARECEU EM BARROCAS.
Sempre apresentando histórias pitorescas baseadas em fatos
reais, envolvendo a si mesmo e seus amigos, Pilô, poeta e músico, nos brindou com
a historia NO TROTE DE KID e, após leitura, cantou à capela uma de suas novas canções
com letras anexadas ao folheto.
Jotacê Freitas, de Senhor do Bonfim, falou do
seu contato inicial com o cordel na feira, mas discorda de que atualmente este
seja o lugar dele, deixou de ser popular neste sentido, acredita que o rumo do
cordel passa pela escola em todos os níveis. Citou sua nova coleção Recordelizar
é viver,com relançamento de folhetos de ocorridos nos últimos quinze anos e leu
o folheto FUI ROUBADO E NÃO DEI QUEIXA POIS SEI QUE JEITO NÃO TEM!
Encerrando a roda de conversa, Creusa Meira, lembrou-se dos
encontros anteriores, da importância desse momento não só para os poetas mas
também para o público leitor que pode ter esse contato direto com seu autor
favorito. Reafirmou a importância da união da classe, citou seus poemas
políticos lançados na internet e encerrou sua participação lendo um cordel
infantil de José Walter Pires.
Presente também ao evento, Walkíria Freitas, artista
plástica, ilustradora de cordeis e arteterapeuta, elogiou os organizadores do
evento e leu um dos poemas do seu livro “Brincando de fazer poesia’.
Após tanto papo, foi a vez das crianças apresentarem sua
arte em um belíssimo sarau coordenado por Edna e a participação de Adriel, Erique,
Railane, Lavínia, Nívia ... Os pequenos
leitores e artistas leram e cantaram textos dos poetas presentes de forma segura
e cômica.
![]() |
| Da esquerda pra direita: Franklin Maxado, Antonio Barreto, Pilô, Jotacê, Elton Magalhães, Creusa Meira, Rosane Rubim, Zuzu Oliveira e João Augusto. |
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
CORDEL BAIANO CONTAGIOU A II FELITA
Entre os dias 21 e 24 de outubro a cidade de Itabuna viveu
momentos de agitação cultural no Centro
de Cultura Adonias Filho. Com o tema: A
LITERATURA NOSSA DE TODO DIA, a poeta e atriz, Elisa Lucinda, contemplou a platéia
presente com uma palestra, conselhos e muita poesia, na abertura do evento.
Os três dias seguintes foram recheados de oficinas, lançamentos, recitais, apresentações artísticas, contação de histórias, debates e palestras. O poeta soteropolitano, Douglas de Almeida, realizou uma oficina criativa onde abordou a temática da poesia e da oralidade, de Gregório de Mattos à Paulo Leminski. O escritor, João Filho, de Bom Jesus da Lapa, levou os interessados em sua oficina criativa a experienciarem o conto na prática, a partir de leituras e escritas.
O Espaço Orfeu foi o espaço dos lançamentos: Rodrigo Dias, Paulo Bonfim, Walmir do Carmo, Ulisses Góes, Daniel Thame, CyrodeMattos, Ícaro Emanoel, Waldeny Andrade, Márcio Matos, Victor Hugo Fernandes Martins, Ana Valéria Fink, Alan Oliveira Machado, Samuel Matos e Margarida Fahel foram os autores que presentearam seus leitores com autógrafos e bate-papo sobre seus livros e processos de criação literária.
Lourival Piligra, professor e poeta, discorreu sobre o escritor como fundador de mitos para uma platéia atenta ao tema e logo em seguida assistimos a um espetáculo de dança em homenagem à obra de Adonias Filho. O trágico na obra desse escritor foi o tema do debate entre os professores e escritores Jorge de Souza Araujo e Aleilton Fonseca, mediado pela professora Silmara Oliveira com intervenções do escritor itabunense Cyro de Mattos contribuindo para uma maior compreensão do debate e até questionando a verossimilhança de um carcará, típico gavião nordestino, poder carregar uma criança, apontando esta como uma falha na obra de um escritor perfeccionista.
A Literatura de Cordel teve destaque com a criação da Praça do Cordel Azulão Baiano em homenagem à este repentista grapiúna que, apesar de ter perdido a visão, continua exigente e produzindo seus versos ao som de uma viola bem afinada. Diversas bancadas foram instaladas nas laterais de um palco onde ocorreram musicais e saraus. Franklin Maxado Nordestino, de Feira de Santana, palestrou sobre a importância da Literatura de Cordel para a literatura brasileira e lançou diversos folhetos; a poeta e atriz ilheuense, Janete Lainha atuou como mestre de cerimônias e declamadora sedutora; Luiz Natividade, alagoano de Junqueiro, realizou uma oficina de xilogravura e lançou o folheto ilustrado: O CORDEL DA XILOGRAVURA; Jotacê Freitas, de Senhor do Bonfim, fez uma oficina criativa para jovens, participou do debate sobre A FORMAÇÃO DE LEITORES E A LITERATURA DE CORDEL, com a Profª Glória de Fátima da UESC e PROLER, mediado pelo também Profº da UESC Ricardo Dantas, e lançou a coleção RECORDELIZAR É VIVER.
Na Praça do Cordel Azulão Baiano, Gilton Silva Thomaz, natural de Ilhéus, apresentou sua obra cheia de humor e filosofia; Romildo Alves, o garotinho do cordel, veio de Feira de Santana, satirizando a moda da momento, o ‘whatsapp’; e Carlito V. da Mata,veio de Ibicaraí, com Pensamentos e Verdades em Gotas de um Caipira.
Por fim, numa preocupação com a formação de leitores, foi criado o espaço infanto-juvenil LETRAS QUE VOAM. Atividades como: Roda de Leitura, Jogos Educativos, lançamento de livros infantis, desenhar e colorir, além da dupla de palhaços, animadores e contadores de histórias Tutty e Zalton, d’A Fórmula de Histórias.
No encerramento da II FELITA, o presidente da FICC – Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, Roberto José, e o curador da feira, Gustavo Felicíssimo, anunciaram a realização da III Felita já no primeiro semestre de 2016, provavelmente com uma mudança no nome, para Festa ou Festival, mas com o mesmo empenho e objetivo, mostrar que a terra dos escritores é também uma terra de leitores.
Os três dias seguintes foram recheados de oficinas, lançamentos, recitais, apresentações artísticas, contação de histórias, debates e palestras. O poeta soteropolitano, Douglas de Almeida, realizou uma oficina criativa onde abordou a temática da poesia e da oralidade, de Gregório de Mattos à Paulo Leminski. O escritor, João Filho, de Bom Jesus da Lapa, levou os interessados em sua oficina criativa a experienciarem o conto na prática, a partir de leituras e escritas.
O Espaço Orfeu foi o espaço dos lançamentos: Rodrigo Dias, Paulo Bonfim, Walmir do Carmo, Ulisses Góes, Daniel Thame, CyrodeMattos, Ícaro Emanoel, Waldeny Andrade, Márcio Matos, Victor Hugo Fernandes Martins, Ana Valéria Fink, Alan Oliveira Machado, Samuel Matos e Margarida Fahel foram os autores que presentearam seus leitores com autógrafos e bate-papo sobre seus livros e processos de criação literária.
Lourival Piligra, professor e poeta, discorreu sobre o escritor como fundador de mitos para uma platéia atenta ao tema e logo em seguida assistimos a um espetáculo de dança em homenagem à obra de Adonias Filho. O trágico na obra desse escritor foi o tema do debate entre os professores e escritores Jorge de Souza Araujo e Aleilton Fonseca, mediado pela professora Silmara Oliveira com intervenções do escritor itabunense Cyro de Mattos contribuindo para uma maior compreensão do debate e até questionando a verossimilhança de um carcará, típico gavião nordestino, poder carregar uma criança, apontando esta como uma falha na obra de um escritor perfeccionista.
A Literatura de Cordel teve destaque com a criação da Praça do Cordel Azulão Baiano em homenagem à este repentista grapiúna que, apesar de ter perdido a visão, continua exigente e produzindo seus versos ao som de uma viola bem afinada. Diversas bancadas foram instaladas nas laterais de um palco onde ocorreram musicais e saraus. Franklin Maxado Nordestino, de Feira de Santana, palestrou sobre a importância da Literatura de Cordel para a literatura brasileira e lançou diversos folhetos; a poeta e atriz ilheuense, Janete Lainha atuou como mestre de cerimônias e declamadora sedutora; Luiz Natividade, alagoano de Junqueiro, realizou uma oficina de xilogravura e lançou o folheto ilustrado: O CORDEL DA XILOGRAVURA; Jotacê Freitas, de Senhor do Bonfim, fez uma oficina criativa para jovens, participou do debate sobre A FORMAÇÃO DE LEITORES E A LITERATURA DE CORDEL, com a Profª Glória de Fátima da UESC e PROLER, mediado pelo também Profº da UESC Ricardo Dantas, e lançou a coleção RECORDELIZAR É VIVER.
Na Praça do Cordel Azulão Baiano, Gilton Silva Thomaz, natural de Ilhéus, apresentou sua obra cheia de humor e filosofia; Romildo Alves, o garotinho do cordel, veio de Feira de Santana, satirizando a moda da momento, o ‘whatsapp’; e Carlito V. da Mata,veio de Ibicaraí, com Pensamentos e Verdades em Gotas de um Caipira.
Por fim, numa preocupação com a formação de leitores, foi criado o espaço infanto-juvenil LETRAS QUE VOAM. Atividades como: Roda de Leitura, Jogos Educativos, lançamento de livros infantis, desenhar e colorir, além da dupla de palhaços, animadores e contadores de histórias Tutty e Zalton, d’A Fórmula de Histórias.
No encerramento da II FELITA, o presidente da FICC – Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, Roberto José, e o curador da feira, Gustavo Felicíssimo, anunciaram a realização da III Felita já no primeiro semestre de 2016, provavelmente com uma mudança no nome, para Festa ou Festival, mas com o mesmo empenho e objetivo, mostrar que a terra dos escritores é também uma terra de leitores.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
CORDEL NA FEIRA LITERÁRIA DE ITABUNA - II FELITA
Itabuna, terra de Jorge Amado, será mais uma vez invadida por livros, escritores e leitores na II FELITA - Feira Literária de Itabuna que ocorrerá no Centro de Cultura Adonias Filho, de 21 a 24 de outubro. A realização é da Prefeitura de Itabuna e da FICC - Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, a curadoria é do poeta e editor Gustavo Felicíssimo. Autores de reconhecimento nacional estarão presentes fazendo lançamentos, realizando oficinas, palestras e debates.
O cordel estará presente na sexta-feira, dias 23, com uma Oficina de Xilogravura ministrada pelo artista plástico Luiz Natividade; uma Oficina Criativa de Cordel Pedagógico e um debate sobre a importância do cordel na formação de leitores, com o poeta Jotacê Freitas; e, uma palestra com o poeta e pesquisador Bráulio Tavares que falará sobre a importância do Cordel na Literatura Brasileira. Na oportunidade, Jotacê Freitas, lançará a coleção RECORDELIZAR É VIVER com 5 folhetos que abordam a história do Brasil contemporâneo nos últimos 15 anos.
Para mais informações visite o endereço: http://feiraliterariadeitabuna.com.br/
O cordel estará presente na sexta-feira, dias 23, com uma Oficina de Xilogravura ministrada pelo artista plástico Luiz Natividade; uma Oficina Criativa de Cordel Pedagógico e um debate sobre a importância do cordel na formação de leitores, com o poeta Jotacê Freitas; e, uma palestra com o poeta e pesquisador Bráulio Tavares que falará sobre a importância do Cordel na Literatura Brasileira. Na oportunidade, Jotacê Freitas, lançará a coleção RECORDELIZAR É VIVER com 5 folhetos que abordam a história do Brasil contemporâneo nos últimos 15 anos.
Para mais informações visite o endereço: http://feiraliterariadeitabuna.com.br/
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
CORDEL BAIANO PARA AS CRISES!
Recordar é
viver 3. Não tenho palavras... tudo é tão atual e ao mesmo tempo o reflexo do
mal feito no passado.
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terça-feira, 14 de julho de 2015
CORDEL BAIANO PARA O VELHO CHICO
Recordar é viver 2. Antes tínhamos medo do Velho Chico secar com a Transposição, mas está secando antes mesmo dela. Lá se vão 10 anos de águas sob as pontes...
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sexta-feira, 3 de julho de 2015
CORDEL BAIANO CONTRA O MOSQUITO!
Recordar é viver! Antes apenas a dengue nos assustava, agora o mesmo
mosquito transmite mais três males: zica, chikungunya e síndrome guillain-barré. Haja
sangue!
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| Clique na imagem para ler o cordel. |
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
CORDEL BAIANO NA ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES
Será lançado dia 2 de junho, às 14horas, no Fiesta Hotel, durante a Assembleia dos professores da Rede Municipal, o livro CORDEL POLÍTICO PEDAGÓGICO. Clique na imagem para mais detalhes.
![]() |
| O livro será comercializado a R$ 20,00. |
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015
VIVA JOÃO UBALDO RIBEIRO!
Foi um evento bastante concorrido entre os moradores de
Itaparica. Visitantes, turistas e convidados também marcaram presença junto com
os familiares, amigos, personagens e colegas
de João Ubaldo. O jardim e os muros da BJMJr foi ocupado elegantemente em torno
do busto do escritor que foi descerrado pela esposa Berenice e as filhas Chica,
Emília e Manuela, a quem o livro é dedicado, pela organizadora da antologia Dalva Tavares Lima. "VIVA O POVO BRASILEIRO E JOÃO UBALDO RIBEIRO é uma antologia inédita com uma
centena de textos produzidos por diversas celebridades do mundo literário
e artístico baiano e brasileiro, além de um “álbum
de arte” com reproduções de 7 obras expostas no saguão da biblioteca.
O grande atrativo do livro são os depoimentos, crônicas,
análises e poemas de autores de várias gerações que vão de íntimos confrades e
compadres até simples leitores de suas obras. O cordel baiano foi contemplado
com a inclusão de dois textos, um de Jotacê Freitas, publicado anteriormente, e TRIBUTO A JOÃO UBALDO RIBEIRO, de Carlos
Silva, poeta, cantador e compositor: [...]
“João escreveu histórias
Com muita diplomacia
Citando em suas obras
Satisfação e alegria
De levar sempre pro mundo
O nome da nossa Bahia.[...]
Palavras de João Deixadas
Indicando as trajetórias
Iremos sempre guardar
Dentro de nossas memórias:
‘Enquanto houver quem ouça
Haverá quem conte histórias’.[...]”
Recheando ainda mais a homenagem, Maysa Miranda, poeta e cordelista, professora
mestre em linguística, que tem ótimas parcerias com Bule-Bule e Val Macambira, produziu
e lançou o folheto: O HOMEM QUE VIU O SORRISO DO LAGARTO E DISSE VIVA O POVO
BRASILEIRO:
“[...] João Ubaldo sempre foi
Carpinteiro literário
O mundo inteiro leu
E seguiu o itinerário
Da Ilha de Itaparica
Seu mais belo cenário.
Ele era popular
Conhecia Deus e o Mundo
Pescador e diplomata
Ocupado e vagabundo
Quando estava num lugar
Ele ia até o fundo.[...]”
Teremos saudades dos aniversários do “João” todos os anos na
Biblioteca. As fotos expostas trouxeram boas recordações do bom humor e da
genialidade do Itaparicano mais amado do mundo. Mas a homenagem póstuma manteve
a mesma alegria e diversidade das festas de aniversário. Após declaração
emocionada da diretora da Biblioteca, Dalva Tavares, e o descerramento do busto,
Maysa leu o seu cordel com a voz embargada e nervosa por estar diante dos
familiares e amigos íntimos de João. Carlos Betão entrou em seguida para
apresentar trechos do monólogo Sargento Getúlio, adaptado e dirigido por Gil
Vicente, também presente ao evento. Walter Queiroz, bem descontraído, cantou,
contou causos e imitou João Ubaldo, animando a plateia que sorria como se
tivesse feito parte daqueles fatos. João nos dava, através de sua escrita, a
sensação de que estávamos ali ao lado dele visualizando a cena palavra por
palavra e ouvindo a sua voz gutural.
Após os agradecimentos de Berenice, viúva de João Ubaldo
Ribeiro, aos presentes e aos distantes, a banda Caboco Capiroba, animou a
plateia com um som tipicamente brasileiro e envolvente.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
CORDEL BAIANO PARA UM BOM BAIANO
Será neste sábado, dia 10 de janeiro, mês em que completaria 74 anos (23/01/1941), a homenagem póstuma a João Ubaldo Ribeiro, na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., em Itaparica, terra amada e cenário das obras do escritor. Tradicionalmente a BJMJr comemorava os aniversários de João Ubaldo com grande festa e fotos destes eventos serão expostas juntamente com obras de arte de diversos artistas plásticos, descerramento de um busto por familiares, trechos da peça Sargento Getúlio com Carlos Betão, lançamento de uma coletânea com textos em diversos gêneros homenageando João Ubaldo e o lançamento do cordel de Maysa Miranda: "O HOMEM QUE VIU O SORRISO DO LAGARTO E DISSE: - VIVA O POVO BRASILEIRO!"
Li o seu último livro: O ALBATROZ AZUL e me encantei com a descrição de um parto e a morte do protagonista Tertuliano, talvez o prenúncio do que viria a acontecer. Quando fui convidado a participar da antologia recorri a estas imagens e, no pequeno espaço destinado, escrevi estas décimas em homenagem a este escritor que tanto me entreteve e ensinou a amar o meu país e o povo brasileiro:
"JOÃO UBALDO EVANESCEU NAS ASAS DE UM ALBATROZ
"JOÃO UBALDO EVANESCEU NAS ASAS DE UM ALBATROZ
O tédio das
escrituras
E do papo
literário
Deixavam ele
aflito
Um palhaço
involuntário
Para fazer
gargalhar
Ou
simplesmente pensar
No tempo em
que viveu
Como crítico
feroz
Do real que
ensandeceu
Numa rotina
veloz.
Nunca lhe
faltava assunto
Em um dia ensolarado
Ou na sala
enfumaçada
Sentado em
frente ao teclado.
O povo de
Itaparica
Que bebe
água da bica
Faz parte do
mundo seu
É nascente e
é foz
De tudo o
que escreveu
Sem fardões
ou paletós.
Sem sentido
seu Setembro
De Sargentos
e Outros Povos
Vila Real é
quem manda
O Cruel
quebrar os ovos
Viva o Povo
Brasileiro
Sempre um
Sorriso matreiro
A Vingança
aconteceu:
Berlim de
Feitiço algoz
Arte e
Ciência e Deus
A Miséria
veio a nós.
Sem saber se
há outra vida
Ou a mesma
de outra forma
Quando
morremos partimos
Ou nossa
alma retorna?
Ele ria até
da morte
E nunca
ligou pra sorte
Que dele não
se esqueceu
Nem de seus
pais e avós
João Ubaldo
evanesceu
Nas asas de
um Albatroz.
Jotacê Freitas, setembro 2014.
domingo, 14 de dezembro de 2014
A FELITA – Feira Literária de Itabuna, realizada dias 4 a 7
de dezembro, na AFI – Ação Fraternal de Itabuna, foi um marco para uma terra
que gestou tantos escritores. Esta primeira Feira teve Adonias Filho como
patrono em comemoração ao seu centenário. Debates, entrevistas, lançamentos de
livros, oficinas de criação, recitais, música, contação de histórias e stands
de editoras incrementaram o final de semana cultural “na terra onde nasceu
Jorge Amado”.
| Jotacê Freitas realizou uma oficina de cordel. |
Os temas foram os mais variados: do papel da igreja
progressista na redemocratização até a Literatura Baiana hoje; da História
Social da Bahia à Literatura de Cordel contemporânea; da invenção da poesia às
literaturas divergentes; da vida e obra de Adonias Filho ao tempero da comida
baiana de Jorge Amado, presenteada por Paloma Amado que fez questão de
prestigiar o evento com afetivo respeito à cidade que tem seu pai como símbolo.
| Elton Magalhães lançou cordel e bateu papo com a plateia. |
No decorrer dos debates oficiais, de bastidores e de mesas
de bar as opiniões convergiram para a constatação de que a atual literatura
baiana não está em lugar nenhum do Brasil, ou seja, o destaque é ínfimo. Muitas
publicações de qualidade são lançadas por pequenas editoras mas ficam restritas
aos locais de produção. Mesmo sabendo da
importância de sermos universais em nossa aldeia e da necessidade de
fomentarmos a cadeia local do livro, o escritor deseja ser lido pelo mundo
inteiro, seja por vaidade, pretensão, síndrome de genialidade ou qualidade, mas
o público leitor, peça imprescindível na cadeia produtiva do livro, está cada
vez mais escasso. O crescimento do mercado depende do aumento do número de
leitores.
| A plateia atenta no Espaço Orfeu enquanto Luiz Natividade desenha mais um rosto. |
Falou-se muito em formação de ‘público leitor’ e de que a
educação seria a saída para fomentar este crescimento, mas a própria educação
tem utilizado muito a ‘virtualidade’ eletrônica e a ‘leitura’ soçobra neste
embate pois os meios ‘sociais’ virtuais utilizam mais o áudio visual fazendo
com que seus ‘usuários’ considerem a ‘leitura’ algo ultrapassado e cansativo.
Como estimular a leitura diante dessa realidade? Esta é a pergunta que nos
faço.
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