domingo, 11 de dezembro de 2016
CORDEL BAIANO NÃO TEM IDADE
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
BIBLIOTECA INFANTIL HOMENAGEIA CORDEL BAIANO!
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| CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA BARRETO E RAISA CANTANDO O CORDEL EM PARIS. |
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| Da esquerda pra direita: Franklin Maxado, Antonio Barreto, Pilô, Jotacê, Elton Magalhães, Creusa Meira, Rosane Rubim, Zuzu Oliveira e João Augusto. |
domingo, 8 de junho de 2014
CORDEL BAIANO PARA DOMINGUINHOS
terça-feira, 5 de novembro de 2013
CORDEL BAIANO NA XI BIENAL DO LIVRO DA BAHIA
8/11 - sexta-feira - 18 horas - Alberto Lima, Pilô Pires e Maysa
Miranda
9/11 – sábado – 19 horas – Gilmara Cláudia, Jotacê Freitas e
Sérgio Bahialista
10/11 – domingo – 18 horas – José Walter Pires. Sueli
Valeriano e Creusa Meira
11/11 - segunda-feira – 20 horas – João Augusto, Jurivaldo
Alves da Silva e Olliver Brasil
12/11 - terça-feira – 19 horas – Kitute de Licinho, Zezão
Castro e Clóvis Pereira da Fonseca
15/11 - sexta-feira – 19 horas - Janete Lainha, Franklin
Maxado e Salete Maria
17/11 – domingo –19 horas - Antonio Bareto, Zuzu Oliveira e
Homenagem a Antonio Vieira por seus filhos Rachel Vieira e Alexandre Veira; – 20 horas
– Bule-Bule.
domingo, 20 de novembro de 2011
CORDEL BAIANO EM NOVO ENCONTRO
Ocorreu hoje, 20/11, o II ENCONTRO DE CORDELISTAS, na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, em Nazaré, com as presenças dos poetas José Walter Pires, Creusa Meira, Pilô, Antonio Barreto e Jotacê Freitas. O tema desta vez foi a CONSCIÊNCIA NEGRA NA LITERATURA DE CORDEL e José Walter Pires, membro da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel, iniciou falando da discriminação que sofre até hoje a Literatura de Cordel, sendo considerada ainda uma literatura menor e sem qualidade poética ou literária. Falou também da importância da união dos cordelistas para diminuir este preconceito, levando a verdadeira Literatura de Cordel para a sala de aula fomentando novos leitores e a necessidade da criação de um espaço específico para o Cordel em Salvador.

Sua fala foi endossada por todos os presentes, inclusive com um desabafo de Antonio Barreto sobre os critérios de seleção para a participação na Bienal do Livro, evento em que todos querem participar e se mostram cordelistas, mas em outras oportunidades fogem à responsabilidade da manutenção e preservação deste gênero. Afirmou também não ter sido convidado para opinar sobre quem deveria ou não estar na programação, revelando já ter sido convidado para curador por duas vezes mas rejeitou a função por não ter o perfil adequado para a tarefa. Creusa Meira e Pilô, se consideram novatos na área mas gostariam de ver os cordelistas e o cordel ocupando mais espaços. Jotacê corroborou com as falas anteriores sem levantar polêmicas, mas informou que valoriza o ‘cordelista’ como Poeta desde a época do SOPA, jornal literário editado em 2004/05, em parceria com amigos poetas, onde já denominava, em sua coluna sobre Cordel, todos os autores como Poetas. Frisou também que os estudos universitários, conforme lembrou Zé Walter, são centrados nos clássicos e em informações antigas, cometendo falhas sobre a produção contemporânea.

Após o debate, foi realizado um recital com os poetas declamando seus versos. Zé Walter aproveitou para fazer comentários críticos sobre a obra de Antonio Barreto e a Peleja escrita por ele e Creusa Meira, demonstrando como as imagens poéticas e o ritmo são características também do cordel. Pilô, que cantou à capela cordéis de autoria de seus irmãos Moraes e Zé Walter, fez um show à parte, alegando ser a música um recurso para a memorização e foi acompanhado pela plateia nas palmas e no coro do ‘barangandam”. Creusa lembrou que dia 19/11, foi o Dia Nacional do Cordel, em lembrança a Leandro Gomes de Barros e falou da sua luta no movimento sindical e feminista, e para homenagear o Dia da Consciência Negra leu um poema escrito especialmente para o evento. Antonio Barreto cantou em ritmo de repente trechos de cordel sobre Zumbi, Mestre Bimba e Maria Felipe, fazendo em seguida distribuição de folhetos. Jotacê leu o folheto “O Negro lutou pra burro pra ser alguém na Bahia”, recordando a Revolta dos Malês, ocorrida em 25 de janeiro de 1835, um dos marcos históricos da resistência negra contra a escravidão no Brasil.
Rosana, Diretora da Biblioteca Monteiro Lobato, agradeceu a presença de todos, enfatizou que será criada uma Cordelteca e fez um convite para um lanche especial, encerrando o evento.
domingo, 16 de outubro de 2011
CORDEL BAIANO PARA CRIANÇAS
Estiveram reunidos neste domingo, 16/10, na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato,em comemoração ao Dia das Crianças, os poetas: Antonio Barreto, Creusa Meira, João Augusto, Jotacê Freitas, Luis Campos, Pilô, Sebastião Gomes Brito e Zuzu Oliveira. O objetivo era expor suas produções voltadas ao público infantil e apresentar às crianças esta arte literária que a todos encanta.
As crianças presentes encantaram-se com as diversas histórias declamadas e comentários poéticos. Os poetas Franklin Maxado e Bule-Bule, também convidados, não compareceram mas mandaram recados pras crianças,José Walter Pires, além de desculpas enviou alguns títulos para os colegas: O Encontro do lobisomem solitário com o vampiro mensageiro, A Milagrosa, curando o mal pela raiz e Olho vivo no dinheiro público.





Ao final, uma das crianças perguntou como foi que cada um iniciou seu trabalho com o cordel e os depoimentos foram emocionados e cômicos. Rosane Rubim, diretora da biblioteca, anunciou o projeto de criação de uma Cordelteca com autores baianos, adquiriu um exemplar de cada cordelista, agradeceu a participação e convocou os poetas a participaram de novo evento em homenagem à Consciência Negra.
sábado, 19 de março de 2011
CORDEL EXALTA O LIRISMO SERTANEJO E A AMIZADE
A PELEJA A SEIS MÃOS é um folheto de 8 páginas com 21 estrofes em décimas de 7 sílabas e esquema rímico ABBAACCDDC, encerradas com o mote “Nos dez de queixo caído”, uma bela expressão para os que ficam embasbacados com a criatividade e o poder de penetração cultural que o cordel ainda mantém diante de tanto avanço tecnológico.
Outra característica especial do folheto “Peleja a Seis Mãos” é o processo virtual de criação que foi realizado através da ferramenta e-mail da Internet. Encantado com o folheto “Um e-mail respostado” do irmão Zewalter com Barreto, Pilô resolveu elogiá-los em versos: “Com Zé Walter e Barreto / O cordel é mais bonito / Nessa dupla eu acredito / Sou fã com muito respeito.” Esta primeira estrofe desencadeou uma série de mensagens virtuais que finalizaram nesta “Peleja a Seis Mãos”.
Na mesa em que os poetas estavam recepcionando os leitores, admiradores e imprensa, estavam à disposição outros títulos de Zewalter: Tributo à Academia Brasileira de Literatura de Cordel e Manoel Cidadão, Coletivos Complicados – O que é panapaná?, Peleja enttre Zewalter de Brumado e Jac de Maceió, Um cordel feito por 3 no Dia do Cordelista (com Creusa Meira e Manoel Monteiro); e, Pilô Apresenta...O desafio de brincadeira de Zé Mascate e Zezim Meira, escrito aos 8 anos pelo poeta.
Os interessados em conhecer mais estes trabalhos podem entrar em contato com os autores nos seguintes endereços: nardes.pilo@gmail.com abarretocordel@hotmail.com fatorsh@hotmail.com
domingo, 13 de março de 2011
PELEJA A SEIS MÃOS
Antonio Barreto, Zewalter Pires e Pilô
estarão lançando na Cantina da Lua/Pelourinho,
dia 18 de março de 2011, às 18 horas,
o folheto intitulado
PELEJA A SEIS MÃOS,
que aborda a amizade, a grandeza do sertão
e o valor da literatura de cordel no espaço urbano.
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Compareça e prestigie a cultura popular.












