A ABLC – Academia
Brasileira de Literatura de Cordel e a ACRESPO – Associação dos Cantadores
Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno solicitaram ao IPHAN –
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o registro do Cordel e
do Repente, respectivamente, como Patrimônio Cultural do Brasil. A Câmara
Técnica do Conselho Consultivo analisou as propostas e as considerou
pertinentes dando início à construção da pesquisa e documentação sobre o tema.
Na Bahia, a
professora e pesquisadora Andrea Betânia, da UNEB, é a responsável por esse
processo e está realizando uma série de entrevistas com poetas e cantadores na
capital e no interior pois acredita que é de extrema relevância a nossa
participação que, melhor do que ninguém, conhecemos e praticamos essas
manifestações culturais de extraordinária importância para a cultura e também a
educação brasileira.
Torcemos
para o sucesso da empreitada e que o registro como Patrimônio Imaterial sirva
para fomentar a produção e a divulgação do cordel e do repente.
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Andrea Betânia e Jotacê Freitas após a entrevista. |