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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

BAIANICES, BAIANADAS & BAIANIDADES II






Clique na imagem para ler a versão virtual.

 
Após vacinação e o fim da pandemia, será lançada a versão impressa da antologia Baianices, Baianadas & Baianidades Volume 2. Serão 21 histórias, crônicas e sátiras sobre a Terra da Felicidade em versos medidos e rimados. Seguem algumas pílulas com seus respectivos enredos.


quinta-feira, 5 de março de 2020

TIRANABOIA - COBRA DE ASAS

Poema escrito a partir de uma lenda da minha infância na cidade de Senhor do Bonfim, semiárido baiano, à qual vivi e sobrevivi.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

CORDEL BAIANO ELETRÔNICO: eCordel

A presença da Literatura de Cordel no século XXI deve-se muito à sua adaptação aos meios de comunicação de acordo com as possibilidades de cada época. Foi oral, cantado, manuscrito, impresso em tipografias, offsets, mimeógrafos, Xerox, impressoras domésticas a laser, jornal, rádio, LP, televisão, CD, DVD, computador e internet.
Reforçando mais ainda esta presença na contemporaneidade, sem carrancismos ou preconceitos, lançamos em formato e-book os livros: BAIANICES, BAIANADAS E BAIANIDADES – VOLUMES 1 E 2, plataforma Kindler, à venda no amazon.com.br
Para saber mais, clique nas imagens!
VOLUME 1: O pastor que virou acarajé!, Os vereadores fujões!, O buraco do metrô !, Estudantes da Bahia dão lição em professor !,Iemanjá foi embora com um turista francês !,Mudo falou demais e causou um arrastão !,Quando o Bahia for D  o Vitória vai fazer o Curso A !,O velho que comprou uma mulher na feira !,O negão que se deu bem !,Os gays que quebraram o pau numa praia da Bahia !,A baleia que encalhou no dia da Parada Gay !, O padre que deu o santo na Igreja da Lapinha!, A garota de programa que se entregou a Jesus !,Corrente da viadagem causou confusão em bar !,Os dentes da galinha !,A briga da besta com o buzu !.O baba em que Bobô babou!.O guarda que deu pra trás !, O tabaréu que comprou um pé de arranha-céu !,O prefeito que arrancou o pau dos velhos ! e Colorido comeu crua a fogueira do Prefeito ! 
VOLUME 2: O jumento que entrou na faculdade !, Fui roubado e não dei queixa pois sei que jeito não tem !, Vão matar o Velho Chico para regar o Sertão !, O pau comeu na Feira-do-pau !, A invasão dos Et’s lá em Senhor do Bonfim !, A picadura do mosquito !, A mãe que assou a filha numa boca de fogão !, A mijada do baiano derruba concreto armado !, O cão que levava o dono pra fazer cocô na rua !, Ouvido virou penico nas cidades da Bahia !, O maconheiro que falou com Deus!, A mulher que trocou o marido por um computador !, O prazer que o peido dá !, Homem que mija sentado dá mais prazer à mulher !, Otoridade baiana mete bronca em Pefem !, O embate emblemático entre Cuíca e Rodolfo no Elevador Lacerda !, A mulher que virou homem pra libertar o Brasil !, O que Dedê deu no beco só a Tâmara sabia!, Bin Laden não morreu, foi pro São João de Bonfim !, A entrada de ACM no panteão dos Orixás ! e ABC das doenças curáveis com mudança de atitude !


domingo, 16 de julho de 2017

CORDEL BAIANO ESGOTADO!

Clique na imagem para conhecer o projeto.
INFORMAMOS AOS LEITORES QUE AS 100 CAIXAS PRODUZIDAS PARA ESTA PROMOÇÃO ESGOTARAM-SE! AGRADECEMOS  O SUCESSO A VOCÊS QUE NOS VISITAM E AMAM A LITERATURA DE CORDEL! OBRIGADO!
p.s.: Em breve proporemos uma nova promoção. Aguardem!!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

ALVINHO DO RIACHO, UM AMANTE DO CORDEL

FOTO:https://www.facebook.com/alvinho.doriacho
Aliado da Tropicália, indisciplinado por Glauber, filho da poesia de mimeógrafo - panfletária com cunho psicoantropicosociológico, neologista visual que 'alegrou o desespero com as cores da alegria', Álvaro é um mentor odisséico. Com sua voz tranqüila filosopoetava rindo de tudo como um sátiro louco. Peças, canções, poesias, petições, ironias e silêncios.

“AFIANDO MINHA VIOLA
NUM ASSUNTO MUITO URGENTE
EU FAÇO A MINHA MAROLA
PRA IMITAR O REPENTE
 MOSTRAR A ESSA GENTE
QUE ARTE, CULTURA E ESCOLA
NÃO PODE VIVER DE ESMOLA”

Mestre por natureza, aliou-se ao saudense grupo Almart dando vida aos personagens e seus discursos verborrágicos e cifrados de realidade nua e lúdica. Posou para fotos míticas e sentimentais. Desenhou metáforas e alucinações. Escreveu também cordéis e até criou uma forma de estrofe que tanto pode ser lida do primeiro ao último verso, como do último ao primeiro. Promovia a função pedagógica do cordel e até participou da elaboração de um projeto educacional com o Grupo Atuar.

“ARTE E EDUCAÇÃO
ANDAM SEMPRE DE MÃOS DADAS
SE HÁ UMA SEPARAÇÃO
ALGUÉM SE PERDE NAS ESTRADAS
ASSIM A SAPIÊNCIA
VAI VIRANDO IMPRUDÊNCIA
A ÉTICA VIRA PIADA”

Em sua homenagem foi fundado um novo grupo teatral em Senhor do Bonfim, o CITEAR – Circo-Teatro Alvinho do Riacho, com sede anexa à Sociedade Filarmônica, no aprazível bairro da Gambôa. Parabéns aos dirigentes e à trupe que comandou a programação em homenagem ao espaço cultural e ao homenageado Álvaro do Riacho, o Alvinho Perez, o Biro.

“A VOCÊS MUITO OBRIGADO
ENFIO MINHA VIOLA NO SACO
POIS CUMPRI COM MEU RECADO
ACREDITANDO EM MEU TACO
EDUCAÇÃO É MÃE É SENHORA
NÃO DÁ PRA FICAR NA ESCORA
A HORA SE FAZ AGORA.”

Desde o dia 21, sexta-feira passada, até o próximo domingo, 30 de agosto de 2015, uma intensa e diversificada programação com música da Filarmônica e Banda Prosopoetas; recital; dança e oficina; vídeos; fórum sobre política cultural; teatro; encontro de artistas da Região do Piemonte Norte da Bahia; e até um improvisado forró com o licor da casa do Alvinho.
Familiares e amigos prestigiaram o emocionante evento em que diversas gerações se encontraram com saudade do grande amigo e companheiro de lutas e risos.

“ESTE CORDEL VENTUREIRO
QUE LHES MOSTRO COM TERNURA
É GARANTIA DA FORÇA
DE UMA RICA CULTURA
ONDE MANDA A EMOÇÃO
QUE ENVOLVE O CORAÇÃO
DESTA LINDA CRIATURA”

No folheto MINE CENAS AO CANTO DUM TROVADOR, lançado no sábado, o poeta Zaia, parceiro de Alvinho neste texto, divulga o seu pensamento político anárquico sobre a cultura, defendendo a prática da “ARTE DA REQUENGUELA”:
“A arte da  requenguela ou estética da requenguela faz parte da realidade de muitos artistas e grupos amadores. O grupo teatral  Almart, com sede na cidade de Saúde-Bahia, atuou na década de 1990, com apresentações na capital e nos  territórios do semiárido baiano, tornando esse pensamento uma ação real.  A metodologia consiste na criação e execução de projetos artísticos da cultura popular utilizando-se dos mecanismos, técnicas e modos operantes de maior simplicidade - seja na criação poética ou na produção de livros artesanais; na encenação; cenários; figurinos; iluminação etc.
Este pensamento e prática estão presentes de forma erudita na obra do poeta Alvinho do Riacho (Álvaro Perez), que desde a década de sessenta do século XX, aprimorou e revisou como esteio de sua poética que pode ser identificada no filme CACHOEIRA, rodado em parceria com Ney Negrão. O Grupo teatral Almart, montou na íntegra algumas peças teatrais dirigidas pelo próprio Alvinho do Riacho que partia sempre do princípio da emoção em lugar da razão.”

Obs.: os versos aqui mostrados compõem o folheto acima citado.

sábado, 28 de março de 2015

DENI DE AMÁLIA CHEGANDO AO INFERNO!


Peço licença aos amantes do cordel para homenagear Deni - Barreto, Di Amália e Daniel - falecido dia 27/03, na cidade de Senhor do Bonfim, Sertão da Bahia. Cantor e compositor, Deni deixou um repertório de canções importantes para a formação da identidade cultural bonfinense. Lançou em 1995 uma fita K7 com 10 faixas, intitulada Nada Igual que logo em seguida foi lançado em CD. 

Deni di Amália é do Sertão Bonfinense, Norte da Bahia, onde aliou a  tradição junina à sofisticação da Bossa Nova, foi premiado nos festivais Sacramentinas 72, Canta Bahia 96 e Edézio Santos, em Juazeiro, 2002. 
Seus últimos acordes foram realizados em parcerias com André Bartilloti. As músicas estão registradas em estúdio e em breve serão lançadas em CD com um grupo que ele denomiva: A ISCA. Abaixo um poema em memória de Deni di Amália:


DENI DE AMÁLIA CHEGANDO AO INFERNO!

O menino Daniel,
Filho do mestre Barreto
E de Dona Amália Linda,
Viveu sem muito acerto;
Do Cariacá ao Rio,
Cantou tudo o que viu
E deixou o seu acervo.

Nada Igual ao que se ouvia
No repertório geral.
Era um meticuloso,
No palco não tinha igual.
Bossa Nova, MPB,
O Forró do ABC,
Com elegância total.

Amante imoderado
De cachaça e de mulher,
Cantou pra muitas amantes,
Bem-me-quer e malmequer.
Nas cordas do violão
Amarrou o coração
Atando as mãos e os pés.

Era temente a Deus,
Mas provocava os fiéis.
Dizendo ser uma mulher
O Senhor dos carrosséis.
Quem ficava indignado
Dizia que era pecado
E contra a lei dos papéis.

Sem prumo e desnorteado,
Deni era um peregrino,
Sua cruz era a viola,
Andarilho sem destino.
Perambulou pelo mundo
Como artista vagabundo,
Cantador desde menino.

Sem prato e sem patrão,
Vivia de fantasia,
Sonhando em ser Barão
No reino da melodia.
Foi um pássaro humano
Que entre acertos e enganos,
Respirava a poesia.

Um mendigo luxuoso,
Um nobre puído e bom.
Cavaleiro cervantino
Que não perdia o tom.
Era um filho legítimo
Da harmonia e do ritmo,
Sem violência, só som.

Sabedor de que vida
Era frágil e era vã,
Ele acendia a esperança
Logo cedo de manhã.
A canção atropelada
Será pra sempre lembrada
De Bonfim a Itapuã.

Deni minguou em Bonfim
‘A terra do bom começo’
Como um Orfeu, como um Dante,
No Inferno aos tropeços.
Viajou no Trem da Grota
 E o tempero da Cocota
Foi bom de lamber os beiços.

Salvador, 28 de março de 2015.
Mais videos com Deni no endereço:
https://www.youtube.com/channel/UCmV3keM80EpbVnGPQi8Gy0A 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

CORDEL PROPÕE REFLEXÃO SOBRE AS TRADIÇÕES IDENTITÁRIAS

Uma das empresas patrocinadoras do São João bonfinense espalhou vasta propaganda na arena junina, no Parque da Cidade, alegando que “São João e tradição fazem um casamento bão” e não foi apresentado o tal ‘casamento’. A Capital Baiana do Forró e do Futebol, em ritmo de copa e copos está mais para festa de largo soteropolitana.
Consultando o dicionário Houaiss aprendemos que tradição é uma herança cultural, um conjunto de valores morais, culturais e espirituais, entre outros, passados através das gerações.

Há uma contradição em relação ao prometido com o realizado e os contraditórios são também contrariados e às vezes são do contra. A união dos opostos em benefício de um bem imaterial comum, a nossa cultura, será benéfica para a população que precisa conhecer a própria história e a diferença entre cultura popular e cultura de massa. Usar o “gosto” dos jovens como desculpa é insipiente, pois temos obrigação de educar os jovens. Clique na imagem acima para ler o folheto de cordel.

Foto: Walkíria Andrade F.
 A 1ª FEIRA DO LIVRO DO PIEMONTE NORTE DO ITAPICURU

Anunciada no panfleto oficial que divulga a programação da festa junina de Senhor do Bonfim, a 1ª Feira do Livro do Piemonte Norte do Itapicuru foi, sem nunca ter sido, uma verdadeira Feira. Uma série de desencontros e promessas de apoio não cumpridas impediram a plena realização do evento que funcionou improvisadamente apenas no segundo e terceiro dias, dos cinco programados. Estiveram presentes diversos escritores com sua produção literária: Dora Ramos, Paulo Tolentino, Renato Bandeira, Gustavo Teixeira, Edvan Cajuhi(com o acervo da ACLASB), Jotacê Freitas, os músicos Daniel Gomes e Zecrinha com CDs e a artista plástica Maria Cristina com uma exposição de quadros. Estavam à venda também livros de autores regionais, nacionais e internacionais.
O imprevisto me inspirou a compor mais três sextilhas para o cordel “A guerra de Zé do Contra...” :

O Casamento Matuto
Pra ele não tem valor
O Teatro é loucura
Que junta o riso e a dor
Zé do Contra é contra tudo
É contra até o amor.

Zé do Contra odeia livros
E os que gostam de estudar
Quanto mais analfabetos
Funcionais para usar
Zé do Contra se elege
Ao que se candidatar.

Zé do Contra é contra a feira
E a deixa entregue às traças
A de livros a de rua
A de arte de cabaça
E outras artes também
Não importa quem as faça.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

I Escrítica I
 
O Blog Escrìtica, um espaço que transcende os fatos para se abrir à interpretação poética e crítica do cotidiano e das relações humanas; um reduto onde três brasileiros e dois portugueses nos encontram para uma reflexão livre, para dizer tudo o que se cala ou não é bem dito, convidou o poeta, Jotacê Freitas, para uma entrevista no dia do aniversário de Senhor do Bonfim, Bahia. Leia aqui.

sábado, 28 de maio de 2011

CORDEL NO FORRÓ DOS BONFINENSES

Bonfinenses residentes em Salvador farão confraternização junina dia 05/06, a partir das 12 horas, no Espaço Coliseu do Forró em Patamares. A festa, que já é uma tradição na Capital, serve para os amigos e conterrâneos se encontrarem antes de seguirem o caminho da roça, a cidade de Senhor do Bonfim, distante 370 kilometros de Salvador.
Muito forró pé-de-serra, comidas, bebidas típicas e uma Banda de Pífanos farão a alegria de todos aqueles que querem festejar São João.
Na oportunidade o poeta bonfinenese, Jotacê Feitas , lançará os folhetos BIN LADEN NÃO MORREU, FOI PRO SÃO JOÃO DE BONFIM! e O QUE DEDÊ DEU NO BECO, SÓ A TÂMARA SENTIU!
No primeiro folheto ele insere a figura do famoso “terrorista” Bin Laden nos festejos juninos da cidade interferindo na programação da festa, castigando e aliando-se a diversas personalidades e figuras folclóricas locais. O segundo folheto, revela a trajetória de um cidadão bonfinense dos anos 30, o Nego Dedê, que teve a coragem de assumir seu comportamento homossexual, apesar de jogador de futebol e brigador. As ilustrações das capas são, respectivamente, de Walkíria Andrade e Netto Casanova.

Os folhetos serão vendidos a R$ 2,00 e na promoção: 3 por R$ 5,00.

terça-feira, 22 de março de 2011

e-Cordel - CORDEL ELETRÔNICO

POETA BAIANO LANÇA CORDEL ELETRÔNICO

Em tempos de “Cordel Encantado”, que resgata as tradicionais histórias de princesas e cangaceiros na TV, o cordelista baiano Jotacê Freitas, ousa no mercado editorial lançando o E-Cordel. Trata-se do mais novo produto da Agbook, editora virtual com produção impressa por demanda e agora também atuando na área dos E-Books.
A ideia surgiu após o sucesso de 3 antologias intituladas: BAIANICES, BAIANADAS E BAIANIDADES – Volumes I, II e III, onde selecionou 7 histórias em cada, com temas soteropolitanos, sexuais e rurais, retratando sua terra natal. A convite da editora, os 3 volumes foram reunidos em um só e agora todos saem no formado E-Book atraindo uma nova parcela de leitores virtuais com o preço até 70% mais barato que a versão impressa.
Sua experiência em sala de aula como arte-educador, utilizando a Literatura de Cordel como ferramenta pedagógica facilitadora do processo de aprendizagem da leitura e da escrita, também está registrada no livro CORDEL PEDAGÓGICO – Teoria, técnicas e práticas da Literatura de Cordel em sala de aula.
Os interessados devem acessar a página www.agbook.com.br , digitar na busca pelo nome do autor ou dos livros desejados.
Nascido na cidade de Senhor, onde conheceu um cantador cego na feira livre, ainda na infância este poeta foi influenciado pela Literatura de Cordel,uma das preferidas por sua mãe, fã de Lampião, Princesa da Pedra Fina, Bocácio e Padre Cícero.
Em 1999, ao ingressar no Curso de Letras da UFBA, Jotacê Freitas, conheceu o Programa de Estudos e Pesquisas da Literatura Popular – PEPLP, dirigido pelas pesquisadoras e professoras Doralice Alcoforado e Maira Del Rosário, entregou-se com paixão ao tema, foi pesquisador bolsista do grupo e tornou-se um dos grandes nomes do gênero e professor que atua em sala de aula com o Cordel e realiza oficinas para instituições educacionais formando professores e alunos na arte do cordel.
Atualmente tem mais de 100 folhetos publicados. Foi vencedor do CONCURSO NACIONAL DE LITERATURA DE CORDEL – 2005, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em 2010, foi um dos 5 baianos selecionados no PRÊMIO MAIS CULTURA DE LITERATURA DE CORDEL – PATATIVA DO ASSARÉ, realizado pelo MINC e aguarda e liberação da verba para publicar o romance baseado na tradição oral dos contos de reis e princesas: O REI CEGO E OS FILHOS MAUS.
Discípulo de Cuíca de Santo Amaro, podemos destacar os seguintes títulos do autor: Os gays que quebraram o pau numa praia da Bahia, O Padre que deu o santo na igreja da Lapinha, O buraco do Metrô arrombou com Salvador, O prefeito que arrancou o pau dos velhos, O baba em que Bobô babou, Quando o Bahia for D o vitória vai fazer o Curso A, A garota de programa que se entregou a Jesus, entre outros disponíveis na Banca de Cordel da mercado Modelo, Sebo Berinjela, Pérola Negra Cds raros e na loja virtual: www.agbook.com.br
O poeta mantém um blog na rede internet: http://oficinadecordel.blogspot.com

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CORDELIVRO TEM A CIDADE DE SENHOR DO BONFIM COMO TEMA.

Está à disposição dos leitores o Volume III da antologia BAIANICES, BAIANADAS E BAIANIDADES, de autoria do poeta bonfinense Jotacê Freitas, cuja temática é a cidade de Senhor do Bonfim, localizada no interior da Bahia, terra natal do escritor.
São 7 narrativas cômicas, históricas e satíricas em versos, sobre fatos reais ocorridos na cidade de Senhor do Bonfim na Bahia. O caso de um travesti que virou homem, mas antes causou furor nos homens casados e inveja nas senhoras da cidade; o fato envolvendo o transporte alternativo e o oficial que circula na região colocando em risco a vida dos passageiros, culminando numa briga no asfalto; um mistério que ocorreu na vida do jogador de futebol Bobô durante uma partida do campeonato local; o bêbado que se apaixonou por uma moça de família e acabou desacatando um policial que foi desmoralizado por ele; o engodo em que foi vítima um típico bonfinense ao chegar à Capital do estado sendo enganado por taxista na Rodoviária, retorna com o sonho de enriquecer e decepciona-se; o conflito ecológico entre aposentados e o prefeito que mandou arrancar árvore que dava sombra pros velhinhos descansarem; a trapalhada promovida por um personagem pitoresco ao atacar fogueira durante os festejos do São João.
Os textos são escritos no estilo da Literatura de Cordel e Jotacê Freitas é um dos autores da nova geração que mais tem inovado nas questões temáticas.
A Antologia contém os folhetos OS DENTES DA GALINHA, A BRIGA DA BESTA COM O BUZU, O BABA EM QUE BOBÔ BABOU, O GUARDA QUE DEU PRA TRÁS, O TABARÉU QUE COMPROU UM PÉ DE ARANHA-CÉU, O PREFEITO QUE ARRANCOU O PAU DOS VELHOS e COLORIDO COMEU CRUA A FOGUEIRA DO PREFEITO.
O livro pode ser adquirido através do link: http://agbook.com.br/book/30544--BAIANICES_BAIANADAS__BAIANIDADES pelo valor de R$ 25,01.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

CORDEL NO I COLÓQUIO SOBRE HISTÓRIA DO TEATRO NO PIEMONTE NORTE DO ITAPICURU

O I Colóquio Sobre a História do Teatro foi um sucesso retumbante representado pela ‘charanga’ que nos acompanhou ao som de forrós e marchas carnavalescas, da chegada, sábado às 6 da manhã, na escadaria da Estação da Leste, até a despedida na terça, 6 da manhã, na rua José Jorge, local onde viveu Zé da Almerinda e criou o primeiro teatro bonfinense, o Teatro Quintal. Tudo regado a muita alegria, vinho, capotes e cachecóis, pois o clima era o do tradicional frio junino.
No Calçadão do Beco do Bazar, às 10 horas, foi o lançado o cordel QUANDO JOSÉ CARVALHO VIROU ZÉ DA ALMERINDA, Jotacê Freitas e Gilmara Cláudia recitaram o poema escrito pela Internet a quatro mãos em septilhas e sextilhas e todos os presentes tiveram a oportunidade de levar para casa como lembrança do evento. Em seguida a ‘Orquestra’ Filarmônica fez um recital de músicas populares e clássicas, regida pelo maestro Miranda, e o músico Wagner Rosa fez um show acompanhado de sanfoneiro, zabumbeiro e triangueiro.
Todos que iam ou voltavam da feira, pararam para dar atenção ao evento que também expunha banners contando toda a história do Sr. José Carvalho, ex-sapateiro, ex-chofer de praça, ex-estafeta da Leste, que usava suas horas livres para escrever, dirigir e atuar em melodramas circenses que marcaram época na cidade e região.
No decorrer do feriadão debates, apresentações teatrais e musicais, ocorreram com grande participação do público bonfinense e de toda a região.