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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

MAXADO NORDESTINO NA WEB


Franklin Maxado Nordestino, o múltiplo artista feirense, bate um papo sobre a Literatura de Cordel com o poeta e professor, Elton Magalhães, no seu blog: O CORDEL NA WEB. Clique na imagem para ler o texto.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A HISTÓRIA DO MUNDO POR FRANKLIN MAXADO!

 Para os que esperam meras confissões de um experiente poeta, o livro CORDEL NA LITERATURA POPULAR, de Franklin Maxado Nordestino, é mais que um compêndio ou um tratado histórico,  desta arte universal que é narrar estórias e histórias com ritmos e rimas capazes de seduzir a atenção de ouvintes e leitores, é uma catarse verbal apaixonada e ideológica. São 114 tópicos onde estão sintetizadas as origens, os conceitos, as regras, a classificação, estrofes clássicas; 24 ilustrações de capas de folhetos, em xilogravuras e clichês diversos;  10 fotografias com amigos artistas e autoridades; e uma bibliografia vasta para pesquisa. Franklin relata também experiências, bem e maus sucedidas, abrindo o campo para os poetas que quisessem se arriscar na arte de sobreviver da arte, dando dicas e pioneiramente sugerindo caminhos para uma profissionalização da função que acabou sendo reconhecida recentemente pelo Congresso Nacional.
Falar de cordel é falar das epopeias, gestas, odisseias, narrativas épicas, jograis, pelejas, ABCs, repentes, cantorias cômicas ou trágicas, representando o povo de todas as partes do mundo. Portanto, conhecer a verdadeira história do Cordel é conhecer a história do mundo e da humanidade, pois através de versos, a princípio orais e posteriormente impressos, as pessoas se auto-conheciam e viam seus sonhos e anseios expressos numa linguagem acessível. 

Sucinto e objetivo na escrita da história da hoje conhecida Literatura de Cordel, o feirense Franklin Maxado, reviu e atualizou esta reedição potiguar, da Editora Queima-Bucha, anteriormente o livro foi lançado pelo Pasquim. Elegantemente didático, o texto não tem soberba nem síndrome de superioridade, como tentaram acusar o autor por ser jornalista e “doutor” advogado, quando ingressou no cordel encaminhado por Rodolfo Coelho Cavalcante, o poeta alagoano mais baiano do Brasil. No livro A NOITE DOS CORONÉIS, de Guido Guerra, está lá registrada a história: em São Paulo, 1967, Franklin envia ao “mestre” Rodolfo o  jornal com sua matéria sobre o metrô que estava sendo construído naquela capital. Rodolfo escreve o cordel O PAULISTA VIROU TATU VIAJANDO DE METRÔ e envia  1.000 cópias para ele. E é a partir daí que começa a saga deste poeta, ator, cantor e xilogravurista, que acaba de completar 70 anos. São 40 anos de artes, de um homem sonhador que saiu da Bahia e foi para o Sul Maravilha com o cordel que para ele “é poesia, é gráfica; é canto; é artes plásticas; é música; é teatro; é jornalismo; e é comércio”. 
 Incansável batalhador pela valorização do cordel e do poeta, Maxado, recorreu a Ministro, nos anos de ditadura, para que a literatura fosse adotada pelas escolas; ao governador da Bahia, solicitando mais espaço para o cordel nos eventos literários; ao presidente Lula, reivindicando a profissionalização do poeta de cordel; e até candidatou-se anarquicamente à Presidência da República, com o apoio escrito em crônica pelo poeta mineiro, Carlos Drummond de Andrade, nos anos 1980.
Neste livro, Franklin Maxado, o Nordestino,  bota o cordel no seu verdadeiro lugar, o da universalidade, ao contrário de muitos que veem apenas o Nordeste brasileiro como o lugar de pertencimento do cordel. Franklin desfralda a bandeira da contemporaneidade do cordel, um baiano se achando em São Paulo, mostrando ao Brasil que o a Literatura de Cordel também poderia ser atual e moderna, com temas que atraíssem a atenção do público leitor mesmo após a notícia no jornal, rádio e televisão. 
Como afirma Arievaldo Viana, poeta, pesquisador cearense, criador do projeto Acorda Cordel na Sala de Aula: “foi necessário que surgissem pessoas como Franklin Maxado, homem culto, com formação acadêmica, mas profundamente ligado ao universo do cordel, para que alguns disparates começassem a ser refutados de forma eficaz e contundente”.  Paulo Dantas, escritor, explica na apresentação que este livro “ensina e conduz, introduzindo os leitores na história universal do cordel, com suas origens e fins, modos e meios de comunicação”; no que é endossado, também na apresentação, pelo jornalista e poeta, Crispiniano Neto, figura de renome nacional, originário do Rio Grande do Norte, “leiam Franklin Maxado e saibam o que é Literatura de Cordel. Bom, depois, comecem a falar sobre o assunto”.

Contatos com o autor: franklinmaxado@hotmail.com  e Editora: queimabucha@gmail.com

terça-feira, 10 de abril de 2012

CORDEL BAIANO EM PROSA E VERSO & PALAVRA DE POETA

PROJETO UMA PROSA SOBRE VERSOS
2012 – ANO V
Coordenador: Edmar
Vieira
Curador: José Inácio Vieira
de Melo
13 de abril – Jotacê Freitas (BA) e Luiz Natividade
(AL/BA)
11 de maio – Martha Galrão (BA) e Raimundo Gadelha
(PB/SP)
8 de junho – Iolanda Costa (BA) e Júlio Lucas
(BA)
3 de agosto – José Geraldo Neres (SP) e Lívia
Natália (BA)
14 de setembro – Iracema Macedo (RN/RJ) e José
Inácio Vieira de Melo (AL/BA

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CORDEL BAIANO EM MINIATURA


Luiz Natividade é um dos principais xilogravurista em ação na Bahia e na sua relação com diversos poetas acabou por ingressar no mundo da literatura, como autor e editor. Nascido em Junqueiro, veio para a Bahia estudar em 1980 e formou-se em Belas Artes pela UFBA.
Já realizou mais de 50 exposições nos seus 30 anos de carreira. Escreveu, entre outros, os folhetos Marieta que eu vi viver, O homem da mesa e Manual de Xilogravura – uma idéia feita à mão. Neste último o artista ensina, de maneira simples, a fazer xilogravuras com matérias acessíveis e ferramentas produzidas por ele.
Seu projeto atual é a edição da Mine Literatura de Cordel, livrinhos no tamanho 7,5x10,5, que agradará crianças e colecionadores. Na lista de lançamentos estão os clássicos do Cordel Baiano contemporâneo escritos por diversos autores: Franklin Maxado, Antonio Barreto, Bule-Bule, Jurivaldo Alves, Patrícia Oliveira, Jotacê Freitas e outros.
Os contatos de Luis Natividade são os seguintes: natixilo@gmail.com e o blog: WWW.natividadexilo.blogspot.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CORDEL BAIANO EM PORTUGAL

"Depois de ser homenageado por Marcia Porto em seu trio eletrico na Micareta, o poeta Franklin Maxado prepara o lançamento do seu folheto "Portugal Fez e Faz Cordel Navegar por Ares Outros", publicado em Portugal no livro "Cronicas" do escritor Abreu Freire, o qual estará presente na Galeria Carlo Barbosa, do CUCA, na noite do dia 27 de maio (sexta-feira). Na ocasião, também será aberta a exposição de Xilogravuras de F. Maxado a qual ficará ali até o dia 09 de junho, sendo apresentada pelo intelectual Edivaldo Boaventura:
"O escritor Antônio Abreu Freire é um português voltado para o mar, para a sua Universidade de Aveiro, para o grande padre Antônio Vieira, para a Bahia e para o Brasil. De Feira de Santana, Portal do Sertão, com o cordel e a xilogravura de Franklin Maxado, Abreu Freire penetra nos sertões da Bahia em busca de outros espaços, confirmando no livro Crônicas em prosa de mar e verso de cordel a aventura portuguesa por terras e mares visitados."
Praticamente, todas as entidades culturais de Feira, além da UEFS,estão apoiando a iniciativa como a AFL-Academia Feirense de Letras; a ALAFS-Academia de Letras e Artes de Feira de Santana; o IHGFS-Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana; a ACEFS-Academia de Educação de Feira de Santana; e a Academia de Ciencias, Artes e Letras de Feira de Santana .
CONTATOS: (075) 3623-3845"

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

PAIXÃO POR FEIRA DE SANTANA, SEU POVO E SUA HISTÓRIA

Franklin Maxado Nordestino, maior poeta da Bahia, mais uma vez mostra que sua verve está ativa e lança mais quatro folhetos onde faz referências à sua cidade natal, Feira de Santana, seus personagens e fatos históricos: A FEIRA DE SANTANA, SUA ALTEZA DO SERTÃO!, DOS ÍNDIOS PAYAYÁS, SAIU MARIA QUITÉRIA, A HEROÍNA DA BAHIA, DO ANTIGO MESTRE ESCOLA AO EDUCADOR PROFISSIONAL, QUEM DETEVE O CAPELÃO FOI PAI AFONSO DE IANSÃ.
Completando 4 décadas de arte, Franklin, é também artista plástico, xilógrafo, compositor, teatrólogo, jornalista, bacharel em direito e produtor rural. Ele foi o primeiro poeta a sugerir a inclusão da Literatura de Cordel no estudo da Língua Portuguesa, ainda nos anos 80, ao então Ministro da Educação Eduardo Portela.
Iniciado pelo grande Rodolfo Coelho Cavalcante, que lhe instruiu não só nas artes do versejar, mas também no de comercializar folhetos, Maxado foi o primeiro baiano a ir pro ‘Sul Maravilha’ levando o nosso cordel e o incluiu pela primeira vez em uma Bienal do Livro.
Por conta dessas inovações, tornou um divisor de águas na Literatura de Cordel, até por ter causado ‘ciúme’ em poetas mais tradicionais por ser ‘doutor’. Foi pesquisado e elogiado pelo pesquisador francês Raymond Cantel e tem sua obra publicada nacionalmente e em outros países.
Vale a pena conhecer mais a sua obra através dos contatos: franklinmaxado@ig.com.br
franklinmaxado@bol.com.br ou franklinmaxado@hotmail.com