segunda-feira, 31 de março de 2014

FESTIVAL DOS CORDELISTAS 2014

O encerramento do Festival dos Cordelistas, na Praça Cayru, dentro das festividades do 465º aniversário da capital baiana, foi realizadao pelos irmãos João Ramos e Caboquinho, dupla de Feira de Santana, que provocou risos na plateia em todos os modos de repente numa peleja que começou ao meio-dia e encerrou-se apenas à 1 da tarde. Após o show, os artistas foram cumprimentados pelos amigos e poetas: Antonio Barreto, Luiz Natividade e Zuzu Oliveira.
                       
O Palco dos Cordelistas, montado na Praça Cayru para as apresentações dos repentistas, teve o patrocínio da Fundação Gregório de Mattos. A OBPLC - Ordem Brasileira dos Poetas de Literatura de Cordel estava representada pelo presidente, Paraíba da Viola, que teve direito à uma bancada para vender folhetos.

terça-feira, 25 de março de 2014

REPENTISTAS BAIANOS VOLTAM À PRAÇA CAYRU

Os Repentistas baianos voltaram a ocupar a Praça Cayru e desta vez patrocinados pela Prefeitura que criou o Palco dos Cordelistas para apresentações do Festival dos Cordelistas. O evento faz parte do Festival da Cidade que celebrará os 465 da primeira capital do Brasil, a São Salvador da Baía de Todos os Santos. Os Repentistas se apresentarão de 25 a 29/03, sempre às 12 horas, na seguinte sequência: Paraíba da Viola e Lucas Evangelista; Bráulio Pinto e Sabiá; Antonio Queiroz e Davi Ferreira; Lavandeira e Zé Francisco; e Caboquinho e João Ramos. Bule-bule, além de Mestre de Cerimônias, lançou o livro "Um punhado de cultura popular".

Veja aqui a programação geral e prestigie a cultura baiana. Leia também matéria no jornal A Tarde.

segunda-feira, 17 de março de 2014

O CORDEL VIVE EM FEIRA DE SANTANA

 Foi realizado neste sábado, 15/3, um recital poético no Mercado de Artes, em Feira de Santana, com a presença dos poetas: Franklin Maxado Nordestino, Jurisvaldo Alves, Antonio Barreto, Nivaldo Cruzcredo e Jotacê Freitas; e a artista plástica e ilustradora Walkíria A. Freitas. De forma itinerante os poetas circularam entre os boxes do Mercado cantando músicas nordestinas e convidando a todos para o evento.
 Na porta principal do Mercado de Artes o poeta, ator, compositor e artista plástico, Franklin Maxado, comemorando 40 anos de carreira artística fez a abertura da apresentação dos convidados que um a um foram declamando e lendo seus versos atraindo os transeuntes. Após o recital comerciantes, clientes e poetas reuniram-se nos boxes 63 e 64, os pontos do Cordel, e continuaram a brincadeira que recebeu as ilustres visitas do poeta Caboquinho e do Secretário de Cultura, Antonio Carlos, que prometeu um toldo e uma aparelhagem de som para o próximo evento.
 Franklin Maxado foi um sucesso com sua interpretação e comentários, envolvendo a plateia que gargalhava com seus versos de humor; Jurisvaldo, lembrou da função histórica do folheteiro e demonstrou alguns clássicos além de versos de sua autoria com a filha Patrícia; Nivaldo Cruzcredo, radialista da rádio Subaé, amante da cultura nordestina, fantasiado de vaqueiro, mostrou que não é só bom de papo mas de verso também; Antonio Barreto, com seu pandeiro e sua gaita foi o grande animador musical e conclamou a todas a comprarem os folhetos para que os poetas permaneçam ativos e produtivos; Jotacê Freitas, apresentou seus títulos e leu trechos de um dos seus folhetos.
 Na opinião dos poetas o recital foi positivo para mostrar ao povo feirense que o cordel continua vivo e seus poetas tem espaço garantido para vender e demonstrar sua arte, diferente da capital que fechou a única banca de cordel existente.
Torcemos para que eventos como este se repitam com o devido apoio e divulgação para que o povo feirense tenha acesso a esta cultura tão nossa e tão renegada.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

“Grupo protesta contra a retirada do cordel da Praça Cayru"

"Na manhã de sábado, 15/02, um ato convocado pelo coletivo Luto por Salvador promoveu “O enterro do cordel da Praça Cairu”. A intervenção teve como objetivo protestar contra a retirada da banca dos trovadores, existente há mais de 30 anos na praça localizada em frente ao Mercado Modelo.
De acordo com a SECOP, os cordelistas que atuavam no local foram considerados “vendedores ambulantes” e, por isso, foram retirados da praça em outubro do ano passado. No entanto, a banca é registrada na Ordem Brasileira de Literatura de Cordel, além de representar uma importante tradição da cultura popular nordestina."
No ato de sábado, o coletivo protestou não apenas contra a retirada dos cordelistas, mas também com a forma com que a prefeitura vem conduzindo suas diversas ações: sem dialogar e sem oferecer alternativas para os trabalhadores, majoritariamente de baixa renda."
“Quando ocorre o diálogo, é sempre após as ações autoritárias da prefeitura. Primeiro se retira os cordelistas, vendedores ambulantes, aumenta abusivamente o IPTU, destrói criminosamente a Favelinha. Depois, quem quiser que corra atrás da prefeitura com seu pires na mão, para reivindicar seus direitos ou buscar alternativas de trabalho.” – afirmou um dos manifestantes, que não quis se identificar."
 "No enterro promovido pelo coletivo, muitos transeuntes, turistas e vendedores ambulantes que circulavam pelo local manifestaram apoio ao ato. A intervenção que durou cerca de duas horas contou com recital, varal de cordel, além de um caixão que simbolizou o enterro.
“Enterramos simbolicamente o cordel, mas na verdade queremos ressuscitá-lo, já que ele foi enterrado pela política cultural que o prefeito ACM Neto e suas secretarias impuseram aqui. O cordel foi retirado de forma arbitrária, sem a mínima possibilidade de argumentar, desrespeitando toda e qualquer forma de representação cultural que o cordel tem na Bahia há mais de 40 anos, retirando a banca de cordel que Rodolfo Coelho Cavalcante se esforçou tanto para colocar aqui.”, afirmou Sérgio Bahialista, um dos cordelistas que participou do ato na praça Cairu.”

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Além da homenagem aos seus 70 anos em Feira de Santana, sua terra natal, Franklin Maxado "Nordestino", estará no Gabinete Português de Leitura, em Salvador, realizando a leitura do seu livro O QUE É CORDEL, dia 11 de dezembro, às 17 horas.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

OS MELHORES MOMENTOS DA XI BIENAL DO LIVRO DA BAHIA 2013

A grande festa do livro, da leitura, do escritor, do leitor, a XI Bienal do Livro da Bahia, transcorreu com sucesso de vendas e de público. O Espaço do Cordel foi uma das maiores atrações com os poetas e folheteiros presentes e dispostos a declamar seus versos a qualquer solicitação. Diversas regiões baianas estiveram representadas e a Praça de Poesia e Cordel abrigou 22 poetas em sua programação oficial, mas a literatura popular esteve presente também nas vozes de poetas de outras linhagens literárias.
 Na sexta-feira quem fez a abertura da festa foi Alberto Lima, bradando títulos, versos e soprando uma flauta transversal que deu um novo toque aos recitais e shows seguintes. Pilô Pires trouxe o misticismo da Casa da Magia, rimando seus versos em homenagem à cabaça, aos cristais, aos amigos e aos animais.
 No sábado, Sérgio Bahialista, poeta, professor e mestre em educação,  e Jotacê Freitas, fizeram mais uma vez a dobradinha de sucesso com seus cordéis urbanos satirizando o comportamento popular diante dos fatos corriqueiros e extraordinários da nossa sociedade.
                                  
No domingo, José Walter Pires, mostrou que erudição também pode ser cômica, lírica e popular. Creusa Meira defendeu sua postura feminista feminina com versos simples e conscientizadores. Sueli Valeriano o tempo inteiro defendeu a cultura da sua terra com mensagens ecológicas e saudáveis.

 Na segunda-feira, Jurisvaldo Alves, poeta e folheteiro, brindou a todos com o pouco da história do cordel e da vida do folheteiro, o movimentador do cordel no Brasil, além de lançar um romance em parceria com sua filha Patrícia Oliveira. Olliver Brasil deu um banho de interpretação com seus causos caipiras de rimas perfeitas. Osmar Machado, poeta consagrado no 1º Concurso Nacional de Literatura de Cordel da Funceb 2004, declamou seus martelos bem ritmados, no galope do cavalo na beira do mar. Neste dia, em outra sessão, o poeta Piligra, lá de Itabuna, leu cordel para todos, uma peleja de três e uma odisseia amadiana.


 Na terça-feira, todos os cordelistas ocuparam a Praça de Poesia em benefício do andamento da programação e o curador, José Inácio, convocou o alabaiano Luis Natividade e o cearense Abraão Batista para demonstrarem seus poemas até a chegada de Kitute de Licinho, direto de Irará. Vestido com gibão e chapéu de couro, este iraraense conquistou a plateia com sua comicidade durante as leitores de diversos folhetos.
                                   
Na sexta-feira, feriado da República, Franklin Maxado fez um show de cordel e foi mais que um bufão demonstrando uma lucidez clareadora em relação às manifestações ocorridas no país segundo semestre deste ano. Ele foi ladeado por Janete Lainha, de Ilhéus, ótima poeta e atriz excelente, que usou muito bem o pequeno espaço cênico para dramatizar suas rimas. Com uma visão libertadora do gênero feminino, Salete Maria, parabaiana, demonstrou com boa métrica e oração que a mulher pode tudo e muito mais.

O encerramento ocorreu no domingo. A confraria dos Antonios estava presente. Raquel e Alexandre Vieira, cantaram o clássico texto A PELEJA DA SABEDORIA POPULAR COM A CIÊNCIA, com direito a canja do netinho de Antonio  Vieira, o renovador do cordel no final do século XX. Antonio Barreto, declamou, cantou e inventou moda, de posse de um pandeiro e de uma gaita, criou o Forró de Boca, que animou o espaço durante os 10 dias de feira.



Ciceroneados pelo ator e apresentador Jackson Costa, Antonio Queiroz e Antonio Ribeiro, o Bule-bule, cantaram repentes de acordo com o gosto da plateia, fazendo a alegria de todos e deixando saudades. Quem falou pouco foi Zuzu Oliveira, grande poeta baiana, que resumiu todo o evento a uma simples frase: “-Esta foi a Praça mais animada da Bienal e deveria ser chamada de Praça da Alegria”.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

CORDEL BAIANO NA XI BIENAL DO LIVRO DA BAHIA

Está sensacional a programação de leituras e recitais da Praça de Poesia e Cordel da XI BIENAL DO LIVRO DA BAHIA que tem início na próxima sexta-feira, 8 de novembro, no Centro de Convenções da Bahia. Serão 22 cordelistas contribuindo para Mil e um poemas em dez noites de poesia. Veja abaixo os dias e horários dos melhores poetas de cordel da Bahia.

8/11 - sexta-feira -  18 horas - Alberto Lima, Pilô Pires e Maysa Miranda
9/11 – sábado – 19 horas – Gilmara Cláudia, Jotacê Freitas e Sérgio Bahialista
10/11 – domingo – 18 horas – José Walter Pires. Sueli Valeriano e Creusa Meira
11/11 - segunda-feira – 20 horas – João Augusto, Jurivaldo Alves da Silva e Olliver Brasil

12/11 - terça-feira – 19 horas – Kitute de Licinho, Zezão Castro e Clóvis Pereira da Fonseca
15/11 - sexta-feira – 19 horas - Janete Lainha, Franklin Maxado e Salete Maria
17/11 – domingo –19 horas - Antonio Bareto, Zuzu Oliveira e Homenagem a Antonio Vieira por seus filhos Rachel Vieira e Alexandre Veira;  –  20 horas – Bule-Bule.

A Feira de Cordel funcionará nos mesmos moldes da Bienal anterior com barraquinhas no entorno da Praça de Poesia e Cordel onde os leitores poderão manter contato direto com os autores, ilustradores e suas obras em folhetos, livros e xilogravuras.                 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A HISTÓRIA DO MUNDO POR FRANKLIN MAXADO!

 Para os que esperam meras confissões de um experiente poeta, o livro CORDEL NA LITERATURA POPULAR, de Franklin Maxado Nordestino, é mais que um compêndio ou um tratado histórico,  desta arte universal que é narrar estórias e histórias com ritmos e rimas capazes de seduzir a atenção de ouvintes e leitores, é uma catarse verbal apaixonada e ideológica. São 114 tópicos onde estão sintetizadas as origens, os conceitos, as regras, a classificação, estrofes clássicas; 24 ilustrações de capas de folhetos, em xilogravuras e clichês diversos;  10 fotografias com amigos artistas e autoridades; e uma bibliografia vasta para pesquisa. Franklin relata também experiências, bem e maus sucedidas, abrindo o campo para os poetas que quisessem se arriscar na arte de sobreviver da arte, dando dicas e pioneiramente sugerindo caminhos para uma profissionalização da função que acabou sendo reconhecida recentemente pelo Congresso Nacional.
Falar de cordel é falar das epopeias, gestas, odisseias, narrativas épicas, jograis, pelejas, ABCs, repentes, cantorias cômicas ou trágicas, representando o povo de todas as partes do mundo. Portanto, conhecer a verdadeira história do Cordel é conhecer a história do mundo e da humanidade, pois através de versos, a princípio orais e posteriormente impressos, as pessoas se auto-conheciam e viam seus sonhos e anseios expressos numa linguagem acessível. 

Sucinto e objetivo na escrita da história da hoje conhecida Literatura de Cordel, o feirense Franklin Maxado, reviu e atualizou esta reedição potiguar, da Editora Queima-Bucha, anteriormente o livro foi lançado pelo Pasquim. Elegantemente didático, o texto não tem soberba nem síndrome de superioridade, como tentaram acusar o autor por ser jornalista e “doutor” advogado, quando ingressou no cordel encaminhado por Rodolfo Coelho Cavalcante, o poeta alagoano mais baiano do Brasil. No livro A NOITE DOS CORONÉIS, de Guido Guerra, está lá registrada a história: em São Paulo, 1967, Franklin envia ao “mestre” Rodolfo o  jornal com sua matéria sobre o metrô que estava sendo construído naquela capital. Rodolfo escreve o cordel O PAULISTA VIROU TATU VIAJANDO DE METRÔ e envia  1.000 cópias para ele. E é a partir daí que começa a saga deste poeta, ator, cantor e xilogravurista, que acaba de completar 70 anos. São 40 anos de artes, de um homem sonhador que saiu da Bahia e foi para o Sul Maravilha com o cordel que para ele “é poesia, é gráfica; é canto; é artes plásticas; é música; é teatro; é jornalismo; e é comércio”. 
 Incansável batalhador pela valorização do cordel e do poeta, Maxado, recorreu a Ministro, nos anos de ditadura, para que a literatura fosse adotada pelas escolas; ao governador da Bahia, solicitando mais espaço para o cordel nos eventos literários; ao presidente Lula, reivindicando a profissionalização do poeta de cordel; e até candidatou-se anarquicamente à Presidência da República, com o apoio escrito em crônica pelo poeta mineiro, Carlos Drummond de Andrade, nos anos 1980.
Neste livro, Franklin Maxado, o Nordestino,  bota o cordel no seu verdadeiro lugar, o da universalidade, ao contrário de muitos que veem apenas o Nordeste brasileiro como o lugar de pertencimento do cordel. Franklin desfralda a bandeira da contemporaneidade do cordel, um baiano se achando em São Paulo, mostrando ao Brasil que o a Literatura de Cordel também poderia ser atual e moderna, com temas que atraíssem a atenção do público leitor mesmo após a notícia no jornal, rádio e televisão. 
Como afirma Arievaldo Viana, poeta, pesquisador cearense, criador do projeto Acorda Cordel na Sala de Aula: “foi necessário que surgissem pessoas como Franklin Maxado, homem culto, com formação acadêmica, mas profundamente ligado ao universo do cordel, para que alguns disparates começassem a ser refutados de forma eficaz e contundente”.  Paulo Dantas, escritor, explica na apresentação que este livro “ensina e conduz, introduzindo os leitores na história universal do cordel, com suas origens e fins, modos e meios de comunicação”; no que é endossado, também na apresentação, pelo jornalista e poeta, Crispiniano Neto, figura de renome nacional, originário do Rio Grande do Norte, “leiam Franklin Maxado e saibam o que é Literatura de Cordel. Bom, depois, comecem a falar sobre o assunto”.

Contatos com o autor: franklinmaxado@hotmail.com  e Editora: queimabucha@gmail.com

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O CORDEL BAIANO DE CUÍCA DE SANTO AMARO NA TV


CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA AO PROGRAMA "REDE BAHIA REVISTA" DE 25/08. CONHEÇA MAIS SOBRE A VIDA DESTE GRANDE POETA SOTEROPOLITANO: JOSÉ GOMES(1907 - 1964), O TAL CUÍCA DE SANTO AMARO. ENTREVISTA COM O DIRETOR JOSIAS PIRES, PARCEIRO DE JOEL DE ALMEIDA, SOBRE O FILME QUE ENTROU EM CARTAZ NA SEXTA-FEIRA, 23/8, NO CINE IGUATEMI, UNIBANCO CASTRO ALVES E SALA DE ARTE DA UFBA. CONFIRA OS HORÁRIOS.

domingo, 11 de agosto de 2013

CORDEL BAIANO NO CINEMA



O jornal Correio da Bahia, deste domingo, 11/8, publicou matéria sobre o filme: Cuíca de Santo Amaro - O poeta mais temido da Bahia, com direção de Joel Almeida e Josias Pires.
“Cuíca de Santo Amaro (1907-1964) tinha boca de trombone. Esbravejava para quem quisesse ouvir as notícias mais quentes ou os escândalos acontecidos na cidade e colocados para debaixo do tapete. Tudo enfeitado com sua gramática torta e discurso ácido nas revistas e livrinhos de cordel que produzia e vendia na área do Comércio - ou na frente do Elevador Lacerda ou na rampa do Mercado". Para mais detalhes, clique na imagem.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

CORDEL BAIANO PARA A PRESIDENTA DILMA


O poeta e professor, Jotacê Freitas, indignado com o desrespeito à sua categoria profissional, escreveu um cordel endereçado à Presidente Dilma Rousseff. Para ler basta clicar na imagem acima.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

PROJETO DOMINGO NA PRAÇA

Mais uma vez o Projeto Domingo na Praça, da Biblioteca de Extensão da FPC, estará com sua unidade móvel realizando atividades literárias e ateliê de escrita: construindo Cordel com o cordelista Jotacê Freitas com o tema da figura do Caboclo e Cabocla, símbolos do 2 de Julho.

A estreia foi neste domingo dia 7/7, no Largo da Lapinha na Liberdade. Em seguida, Dique do Tororó, 14/7; Parque de Pituaçu, 21/7; e, Boca do Rio, 28/7. As atividades tem início às 8 horas e seguem até às 12 horas. Compareçam pra ler um livro, um jornal, uma revista e ouvir e aprender a escrever cordel.

sábado, 29 de junho de 2013

“REVOLTA SÓ POR R$ 0,20? AONDE, PAI, NUNCA!”

Assim como as manifestações que não param de acontecer em todo país, os poetas estão com as mentes atentas e colaborando com suas visões dos fatos. Sérgio Bahialista, não deixou por menos e nos apresenta o folheto “REVOLTA SÓ POR R$ 0,20? AONDE, PAI, NUNCA!”. Abaixo seguem algumas estrofes, os interessados em conhecer a obra devem escrever para:        sergiobahialista@hotmail.com
“Meu povo, eu voltei
 No cordel tão aprumado
 Pra fazer o meu papel
 E dar o meu recado
 Pois minha sina sempre foi
 Do povo tá sempre do lado

Junho de 2013
 Mês e ano que marcou
 O Movimen to do Brasil
 Contra tudo que passou
 Disse NÃO aos corruptos
 E para as ruas marchou

Eu fui um dos que lutou
 Há 10 anos fui pra frente
 Na Revolta do Buzú
 Por um transporte decente
 Não podia ficar em casa
 No Facebook sorridente”
“Se eu for listar aqui
Todas as revoltas do povo
 As do dia a dia, regionais,
 O cordel não sai do ovo
 Mas se a leitora e o leitor
 Não entender o meu clamor
 Explico tudinho de novo (depois)

Mas tudo com criticidade
 E aqui quero avaliar
 Esse Movimento e toda
 A manobra que aí está
 Quase um golpe de Estado
 Que está a manipular
O movimento é revolução?
 
Talvez um primeiro passo
 O que vi no manifesto,
 Nas ruas, saiu do compasso,
 Pois PM é truculenta
 A luta só se sustenta
 Com estratégia e arregaço.”
 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

E O AEROPORTO 2 DE JULHO?

Contribuindo com a onda de protestos que tomou conta do país, Antonio Barreto, lança um novo folheto de cordel propondo um plebiscito para a mudança ou não do nome do Aeroporto  da capital baiana. Num estilo próprio, o ‘cordel de opinião alheia’, o poeta se faz de repórter e segue gravando opiniões da população e imprimindo-as em versos rimados. O lançamento será no dia 1º de julho de 2013, no Espaço Cultural Godofredo Filho ( Bar Irmã Poesia ), no Largo do Tororó, das 19 horas até o sol do 2 de julho ! Leia abaixo alguns trechos:
 
 
"Com microfone na mão,
Nas ruas de Salvador,
Procurei saber do povo
Seu juízo de valor
Sobre o nosso Aeroporto
Maltratado sem pudor.
 
 
— Nunca frequentei escola,
Mas não sou ignorante;
Na minha visão de mundo
Fizeram algo aberrante:
Impor Luis Eduardo
Por uma data importante.
 
— Vamos todos nos unir
Pelas redes sociais
Marcando nosso protesto
Ordeiro, cheio de paz
E  rever  o  2 de Julho
Pra não ser tarde demais."

 
“— O Aeroporto é nosso
Como o céu é do avião.
A Bahia não tem dono,
Já se foi a escravidão;
Devolva meu Dois de Julho
ACM,   caro   irmão !
 
— O baiano que se preza
Não tem medo de barulho
Se espelha em Castro Alves
Com nobreza e orgulho
E jamais vai esquecer
O valor do 2 de Julho.
 
— A turma do Passe livre
Foi às ruas protestar
Logo a tal emenda PEC
Não conseguiram emplacar.
Então é chegada a hora
Do baiano protestar."
Obs.: Para adquirir o folheto completo,entrar em contato com o autor:
(71) 9196-4588 –
abarretocordel@hotmail.com
 
 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ESTAMOS RUBROS DE RAIVA – PROTESTA O CORDEL BAIANO

Lá de Feira de Santana, o bardo Franklin Maxado, bradou seus versos de protesto contra a situação do país e apoia os manifestantes que protestam em todo o Brasil, deixando de lado as chuteiras e empunhando cartazes reivindicatórios. Segue abaixo alguns trechos do empolgante cordel. Interessados em conhecer a obra na íntegra devem escrever para franklinmaxado@hotmail.com
Cada dia, aumenta taxa
E imposto sem dar nada
Apetite dos políticos
Come tudo na sentada,
Nutrindo a corrupção
Com a Nação atrasada.
 
A juventude volta às ruas
Como na era das Diretas.
Depois, com "caras pintadas"
Pra derrubar entre metas
O Collor da Presidência,
Ficando as gentes quietas.
 
Se o nosso Castro alves
Vivesse também estava
Junto com os cordelistas
E, contra os maus, bradava.
Ia para as praças publicas
E com todos protestava.

Vamos ser civilizados,
Convocando o irmão
Informando o que se passa
Com toda nossa Nação,
Combatendo o vandalismo
Que aproveita ocasião.
 
Não se quer olhar estrelas
No céu azul da bandeira.
Se quer "Ordem e Progresso"
Numa paz bem verdadeira
Num verde de esperança
Mas em rubra gritadeira.
 
Também, não perdoaremos
Os políticos corruptos.
Cadeia, pra eles, é pouco
Pois sempre serão uns putos.
Por mais que sejamos cristãos,
Teremos de ser resolutos.

Franklin Maxado Nordestino
Salvador e Feira de Santana, Bahia, 19 de junho de 2.013.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

CANCELAMENTO!

Caros amigos, ATENÇÃO!Devido aos feriados de quinta-feira e sábado, o Museu Carlos Costa Pinto não abrirá na sexta-feira, mesmo sendo um dia facultativo, cancelando assim todos os compromissos agendados para o dia 21. Não faremos mais o recital com as poesias de João Cabral de Melo Neto, no entanto, o recital com as poesias de Paul Claudel e Ildásio Tavares se mantém agendado para os dias 05 e 19 de julho, às 17hs.
Em julho, esperamos vocês no Museu Carlos Costa Pinto! Aguardem novidades e novas apresentações!
Cordialmente,
Concertos Artes Integradas
Alexandre Bloisi - violinista, violonista e guitarrista - 71 9969.9227 (TIM)/ 3235.7980
Cristina Leifer - atriz e diretora - 71 9964.1332 (TIM) / 3334.1457
Marcel Morón - percussionista - 71 9985.9336 (TIM) / 3022.9779
http://www.concertosartes.wix.com/site

sábado, 1 de junho de 2013

CORDEL BAIANO EM CONCERTO

A EDUCAÇÃO PELA PEDRA: UM CONCERTO PARA POESIA

 Recital de Música e Poesia.

Poemas de João Cabral de Melo Neto.
Convidado Especial: Jotacê Freitas (Cordel)


Confiram a nossa gravação (áudio) da poesia "Como a morte se infiltra" de João Cabral de Melo Neto: http://youtu.be/KEn6urHUjrY

Quando: dias 07 e 21 de junho - Hora: 17hs
Onde: Museu Carlos Costa Pinto (Av. Sete de Setembro, 2490, Corredor da Vitória - Salvador - Bahia)

Acompanhem a nossa programação abaixo e curtam a nossa página no facebook:
  www.facebook.com/Concertos.Artes.Integradas