quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A COPA CONTINUA NO CORDEL BAIANO

Com o folheto “A Copa das Copas ou A Copa que não teve quem não gostasse”, o poeta João Augusto, entra na polêmica sobre a Copa 2014 e nos surpreende com sua visão positiva sobre o evento e a derrota da Seleção do Brasil. Se por um lado ele cede ao partidarismo político, por outro, o da bola na rede, ele reconhece as qualidades da seleção Alemã, grande campeã da Copa 2014, e aponta as falhas do escrete nacional. Quem quiser adquirir o cordel deve entrar em contato com o imeio: jrjoaroch@gmail.com

domingo, 17 de agosto de 2014

CORDEL BAIANO NO PARQUE DE PITUAÇU


 
A caravana da Biblioteca Móvel, projeto da Biblioteca de Extensão da Fundação Pedro Calmon, esteve neste domingo no Parque de Pituaçu. Dando prosseguimento ao AGOSTO DA CULTURA POPULAR o poeta Jotacê Freitas realizou mais uma oficina de cordel com as crianças e o apoio luxuoso de Aline, Synara, Henrique e Gleide.
Abrindo espaço para crianças de todas as idades, a oficina é orientada de forma lúdica com leitura de folhetos e jogos de memória com rimas e estrofes. Aos poucos os participantes são envolvidos na história desta arte popular universal e tão brasileira.
                                     
O tema da oficina é o folclore brasileiro, o mais rico do mundo, conforme o título do mine folheto distribuído aos brincantes que leem, cantam e torcem uns pelos outros ao som de versos sobre o Saci, Curupira, Samba de Roda, Loura do Banheiro, Cuca e outros. Acima o poeta ao lado da diretora Gleide Machado com o buzu biblioteca ao fundo. 

sábado, 16 de agosto de 2014

CORDEL BAIANO NA BIENAL DE SÃO PAULO

O poeta, José Walter Pires, estará na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, dia 24 de agosto, às 17 horas, lançando o livro: EXALTAÇÃO A MÁRIO RIZÉRIO LEITE – cordel biográfico e outras memórias. O livro, editado pela editora EDUNEB, traz uma biografia em cordel do médico, escritor e professor catedrático da Universidade Federal de Goiânia, Mário Rizério Leite, da cidade de Brumado. Mário foi romancista, contista e pesquisador da cultura popular nos anos 50 do século passado. Além de depoimentos e artigos de outros autores, Zé Walter apresenta uma adaptação em cordel de um conto publicado por Mário: O CANTADOR QUE TENTOU ENGANAR A MORTE. Além de um belo trabalho gráfico, o livro mostra a importância desse autor na literatura brasileiro.
                                             
Dando prosseguimento ao seu projeto de produzir e divulgar a Literatura Brasileira de Cordel, Zé Walter, lançou também o folheto biográfico: JOÃO UBALDO RIBEIRO, O CONTADOR DE HISTÓRIAS. Contatos com o poeta: zewalter@fatorsh.com.br

domingo, 10 de agosto de 2014

NOVOS FOLHETOS NA PRAÇA, NO ÔNIBUS E NA REDE

O saudense, Zaia, traz uma nova experiência com o cordel de "frente pra trás e de trás pra frente" com um tema em voga no momento. Interessados devem entrar em contato com zaiapoetabahia@gmail.com ou no próximo ponto.
Barreto, que já correu atrás de bola na juventude, nos descampados de Santa Bárbara, fez um excelente cordel para quem sofreu e quem gostou da derrota da seleção na Copa. Tá no facebook.
                         
Nos agradando com uma crônica sobre sua estadia em Portugal com seus amigos poetas e artistas plásticos, ao sabor dos vinhos lusitanos, Franklin Maxado Nordestino, retornou à sua aldeia feirense prometendo para breve mais um folheto: AVENTURAS E DESVENTURAS DE MARIA VENTUROSA, UMA LUSA QUE SE ACHOU NO BRASIL, inspirado no Aveiro(Portugal) e em conversas com portugueses como o jornalista Jorge,  o angolano Antonio Borges, Francisco José Rito, Antonio José Cravo, José Manoel Oliveira e outros.  

CORDEL BAIANO NA BIBLIOTECA MÓVEL

A Biblioteca Móvel da Fundação Pedro Calmon, um microônibus adaptado com estantes de livros, folhetos, jornais, revistas e obras de artes, esteve presente no Dia dos Pais, no Dique do Tororó, abrindo o seu projeto: AGOSTO DA CULTURA POPULAR, com a presença do poeta Jotacê Freitas e uma Oficina de Cordel.
                         
A bordo do buzu, a leitura do folheto "OS TRÊS IRMÃOS DESUNIDOS", uma adaptação em cordel do conto popular 'Os 3 Porquinhos', provocou risos na plateia.
A oficina consiste numa breve apresentação histórica e técnica da Literatura do Cordel para em seguida convidar as crianças para participar das brincadeiras: jogo de memória, tendo o folclore como tema; e leitura cantada e dramática das estrofes do folheto que é distribuído como brinde. Os pais e pães, que se encontravam presentes, foram contemplados com um folheto pela passagem do seu dia.
A equipe da Biblioteca Móvel: Jeckselma, Aline e Henrique, sob o comando de Gleide, recepciona e atende a todos com entusiasmo e estimulando a leitura e a participação nas atividades.
                                    
No próximo domingo o pouso será no Parque de Pituaçu. Todos estão convidados.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

CORDEL PROPÕE REFLEXÃO SOBRE AS TRADIÇÕES IDENTITÁRIAS

Uma das empresas patrocinadoras do São João bonfinense espalhou vasta propaganda na arena junina, no Parque da Cidade, alegando que “São João e tradição fazem um casamento bão” e não foi apresentado o tal ‘casamento’. A Capital Baiana do Forró e do Futebol, em ritmo de copa e copos está mais para festa de largo soteropolitana.
Consultando o dicionário Houaiss aprendemos que tradição é uma herança cultural, um conjunto de valores morais, culturais e espirituais, entre outros, passados através das gerações.

Há uma contradição em relação ao prometido com o realizado e os contraditórios são também contrariados e às vezes são do contra. A união dos opostos em benefício de um bem imaterial comum, a nossa cultura, será benéfica para a população que precisa conhecer a própria história e a diferença entre cultura popular e cultura de massa. Usar o “gosto” dos jovens como desculpa é insipiente, pois temos obrigação de educar os jovens. Clique na imagem acima para ler o folheto de cordel.

Foto: Walkíria Andrade F.
 A 1ª FEIRA DO LIVRO DO PIEMONTE NORTE DO ITAPICURU

Anunciada no panfleto oficial que divulga a programação da festa junina de Senhor do Bonfim, a 1ª Feira do Livro do Piemonte Norte do Itapicuru foi, sem nunca ter sido, uma verdadeira Feira. Uma série de desencontros e promessas de apoio não cumpridas impediram a plena realização do evento que funcionou improvisadamente apenas no segundo e terceiro dias, dos cinco programados. Estiveram presentes diversos escritores com sua produção literária: Dora Ramos, Paulo Tolentino, Renato Bandeira, Gustavo Teixeira, Edvan Cajuhi(com o acervo da ACLASB), Jotacê Freitas, os músicos Daniel Gomes e Zecrinha com CDs e a artista plástica Maria Cristina com uma exposição de quadros. Estavam à venda também livros de autores regionais, nacionais e internacionais.
O imprevisto me inspirou a compor mais três sextilhas para o cordel “A guerra de Zé do Contra...” :

O Casamento Matuto
Pra ele não tem valor
O Teatro é loucura
Que junta o riso e a dor
Zé do Contra é contra tudo
É contra até o amor.

Zé do Contra odeia livros
E os que gostam de estudar
Quanto mais analfabetos
Funcionais para usar
Zé do Contra se elege
Ao que se candidatar.

Zé do Contra é contra a feira
E a deixa entregue às traças
A de livros a de rua
A de arte de cabaça
E outras artes também
Não importa quem as faça.