O poeta, Jotacê Freitas, foi o representante do cordel neste último dia de Bienal. Às 20:20, ele entrou na arena, após a leitura de um épico Lírico de Mariana Ianelle, que marcou presença por duas vezes na Praça com sua prestigiada poesia. Antes, esteve no palco, o Coletivo Poético, com Marcos Peralta, André velame e Tiago Oliveira, que recitou o Cordel do gato Preto.
Jotacê, iniciou com a leitura do 'HOMEM QUE MIJA SENTADO DÁ MAIS PRAZER À MULHER', para em seguida fazer uma homenagem aos poetas mortos e vivos, presentes e ausentes, da Praça de Cordel e Poesia, inclusive abrindo espaço para Creusa Meira, que defendeu a cota de 30% para as mulheres cordelistas. Sua apresentação durou exatamente 22:32, agradando a plateia que se divertiu com as sátiras aos nossos costumes baianos. Logo em seguida o poeta foi autografar os livros BAIANICES, BAIANADAS E BAIANIDADES, O REI CEGO E OS FILHOS, e os folhetos: HOMEM QUE MIJA SENTADO DÁ MAIS PRAZER À MULHER, A MIJADA DO BAIANO DERRUBA CONCRETO ARMADO.
A noite foi encerrada com um show de Amadeu Alves e Fabrício Rios.
Esta 10ª Bienal foi um grande maratona que nos deixou grandes lições para aperfeiçoarmos a 11ª, se for este o interesse da Secretaria da Cultura, suas fundações e autarquias.